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  <title>Laurinda Alves</title>
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  <description>Laurinda Alves - SAPO Blogs</description>
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    <title>Laurinda Alves</title>
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  <pubDate>Wed, 21 Jul 2010 10:54:06 GMT</pubDate>
  <title>Um eléctrico chamado desejo</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/z1U0U7zi8pete9wdQZfT&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b0a04094d/6789200_zzStp.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este post não tem nada a ver com o filme de Elia Kazan nem com a peça de Tennessee Williams. A Streetcar Named Desire, o filme de Kazan inspirado na peça de Williams, era outra história, mas apetece-me usar o título de um dos filmes lendários dos anos 50 para falar de outro tipo de eléctricos e outro tipo de desejos. Ando diariamente de eléctrico e adoro este meio de transporte, mas (há sempre um &apos;mas&apos;) custa imenso perceber que os ladrões de carteiras continuam activos apesar de todas as operações da polícia que, na semana passada, prendeu quase 20 destes &lt;em&gt;pickpockets&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zYjALpygQ5Ds7KLLTio7&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/bd0049de7/6789286_1o6Kj.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maneira ardilosa como actuam e se fazem passar por simples passageiros é incrivelmente eficaz, e para quem entra num eléctrico mais ou menos desprevenido, de carteira ao ombro, sem prestar muita atenção aos avisos colados nos vidros que alertam para os perigos que corremos dentro dos transportes públicos, uma pequena viagem pode terminar num grande drama. Assisti esta semana ao ataque de choro de uma japonesa que saiu no Chiado depois de reparar que tinha ficado sem carteira, dinheiro e documentos. Olhei à volta e ainda vi o vulto de um homem de camisa escura a dobrar a esquina e a misturar-se com a multidão de pessoas que sobem e descem a Rua Garrett. Eu estava dentro do eléctrico e não pude fazer nada porque já estava em andamento. Vi a japonesa ficar para trás, desesperada, no passeio, e senti uma enorme impotência e frustração. Ao meu lado uma rapariga com ar de estudante de liceu disse-me: &quot;coitada, é turista! Eu cá já os conheço todos, uns andam vestidos de fato e gravata, outros de turista e outros com roupas normais, mas eu sei quem são e nunca fui roubada&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/nVpbCQqzbfU5i0ZBhUsj&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b7d04f5fd/6789411_LUfOO.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saí do eléctrico quase no fim da linha, desconsolada com a cena e com esta certeza de não ser o primeiro nem o último roubo nos eléctricos de Lisboa. A imagem da japonesa perturbou-me tanto como a passividade com que a esmagadora maioria dos passageiros olha para estas cenas. Como se fosse tudo normal. E o pior é que, de certa forma, até é. Que chato existir esta casta de ladrões cheios de expediente e disfarces a &apos;trabalhar&apos; dia e noite dentro dos eléctricos e autocarros. Deixam-nos a todos intranquilos e transformam as viagens pela cidade numa espécie de suspense permanente. Todas as pessoas que entram e saem são suspeitas e passamos a maior parte do tempo a tentar descobrir se o senhor com bom aspecto que se sentou ao nosso lado vai tentar ficar com a nossa carteira e telemóvel...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/Dc4nNyh7tbtYnKzFFbDp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b7e04d689/6789453_ery2b.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>acontecimentos</category>
  <category>pessoas e lugares</category>
  <category>despertar a consciência</category>
  <category>coisas da vida</category>
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  <pubDate>Mon, 12 Jul 2010 20:16:19 GMT</pubDate>
  <title>Os beijos de Casillas e as queixas de Ronaldo</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ALLszCkTIHUvDvq8Rqme&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b75043ff5/6737557_hPPb6.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os beijos de Casillas à sua namorada jornalista correm mundo e o de hoje já é líder de audiências e pode ser visto no YouTube neste link: &lt;strong&gt;http://info.abril.com.br/noticias/internet/beijo-de-casillas-lidera-youtube-12072010-10.shl&lt;/strong&gt; Adorei o impulso de Casillas pelo amor e pela devoção que revelou. Muito querido. Muito queridos, ele e ela, aliás. Ainda sob efeito do beijo em directo assisti (assistimos todos) ao inenarrável assédio dos &lt;em&gt;paparazzi&lt;/em&gt; a Cristiano Ronaldo na sua casa de férias. Repugna-me esta forma de &apos;jornalismo&apos; (com aspas, note-se) e estou mil por cento de acordo com o jogador quando diz que basta de notícias sobre o filho porque tudo o que ele tinha a dizer sobre o assunto, está dito. Estes &lt;em&gt;paparazzi&lt;/em&gt; parecem moscas de pastelaria à volta da casa onde Ronaldo e a sua família tentam viver este tempo com alguma normalidade. Sou absolutamente contra a devassa da vida privada e por isso não consigo ficar indiferente a estes avanços deste tipo de &apos;repórteres&apos;. Percebo o tom agastado de Ronaldo, quando diz que é impossível viver com um batalhão de fotógrafos sempre colados à porta e a espreitar entre muros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/gEGE4vTnYBQBhpoqqjjn&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b4004e261/6737630_LzTTF.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>actualidade</category>
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  <category>mundial 2010</category>
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  <pubDate>Fri, 16 Apr 2010 19:18:17 GMT</pubDate>
  <title>Caos e desertos nos aeroportos de todo o mundo</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
  <link>https://laurindaalves.blogs.sapo.pt/335500.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/OzZYZnmk8Is9ofmv2ZVA&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/ba304e261/6196828_5fFDF.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejo imagens desertas e inéditas em alguns dos maiores aeroportos europeus; assisto ao caos nos halls de partidas e chegadas; ouço as histórias de pessoas mais ou menos resignadas ao facto de terem que dormir em camaratas improvisadas nas salas de espera; sou solidária com o drama de famílias inteiras que não conseguem regressar a casa; percebo a impaciência dos que não sabem como resolver o que não tem solução; ouço o Presidente da República fazer graça com o facto de ter ficado retido em Praga e o Primeiro Ministro contar que foi à Portela receber a chanceler alemã que não pode regressar a Berlim, e dou comigo ainda mais grata por ter partido de Berlim e chegado a Lisboa antes de tudo isto acontecer. Foi uma grande, grande sorte. Perante toda esta turbulência provocada pela impressionante nuvem de cinza que avança pelos céus do norte da Europa, fico na dúvida quanto à possibilidade de conseguir estar em Barcelona na próxima 2ª feira. O que tiver que ser, será.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>coisas da vida</category>
  <category>noticias do dia</category>
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  <pubDate>Thu, 18 Jun 2009 09:28:47 GMT</pubDate>
  <title>Ana Rita e os dilemas morais do momento</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;Vemos nas notícias a greve de fome da Ana Rita Leonardo, mãe adolescente que quer recuperar o seu filho Martim, ouvimos aquilo que diz e tentamos perceber as suas razões, bem como as fonteiras dos argumentos de quem pondera agora voltar a entregar-lhe a criança que lhe foi retirada e já tem dois anos. É difícil assistir a tudo isto. Aflige sempre ver pais, mães e filhos em sofrimento e é extraordinariamente delicado compreender as circunstâncias adversas que envolvem este tipo de situações. Nestas alturas ponho-me sempre no papel de uns e outros para os tentar entender. Nem sempre consigo, claro, mas é um exercício que impede moralismos e outros excessos. Não sei se a greve de fome desta mãe é a melhor estratégia para recuperar o seu filho mas sei que alguma coisa tem que ser decidida de forma rápida, consistente e consequente. Espero sinceramente que as coisas se resolvam pelo melhor e que esta criança (ou melhor, estas crianças que são a mãe e o filho!) cresçam mais fortes e fiquem mais seguras a partir daqui. Com ajudas certas e, de preferência, longe dos focos mediáticos.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>coisas da vida</category>
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  <category>as vidas dos outros</category>
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  <pubDate>Mon, 18 May 2009 18:39:29 GMT</pubDate>
  <title>MEP &quot;on the road&quot; a partir de 5ª feira</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.mep.pt&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;226&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/SzrE7RqkAedSetsDGTcw/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começou o &lt;i&gt;countdown&lt;/i&gt; para a recta final da campanha &lt;a href=&quot;http://www.mep.pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;MEP&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Europa. Daqui a três dias eu e toda a equipa partimos num&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;autocarro de última geração para fazer 3.500Kms de estrada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante duas semanas vamos percorrer o país de norte a sul.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de quatro meses no terreno, apetece voltar à estrada e&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;passar em todos os lugares onde já estivemos. Este tempo de&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;campanha tem sido um tempo de privilégio e de proximidade, e&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sei que é uma experiência irrepetível para todos nós. Em equipa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;tudo isto é muito mais vibrante e gratificante. O contacto com as&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pessoas e as instituições é extraordinariamente enriquecedor e&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;poder estar &lt;i&gt;on the road&lt;/i&gt; durante 2 semanas com este &lt;i&gt;dream team&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é único. Aconteça o que acontecer no dia 7, já ganhámos! Falo da&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;confiança uns nos outros e da confiança dos que confiam em nós. &lt;/p&gt;</description>
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  <category>actualidade política</category>
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  <pubDate>Sat, 16 May 2009 22:25:54 GMT</pubDate>
  <title>A peregrinação fluvial no rio Tejo</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/lZ6rQpwBflQzyRglrJV8&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/lZ6rQpwBflQzyRglrJV8/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acompanhei de barco a imagem de Nª Senhora até ao Cristo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rei. Nunca tinha visto uma peregrinação fluvial e nunca tinha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pensado no assunto até ao dia em que o Francisco Noronha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de Andrade me falou desta celebração. Ele está de parabéns&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pela iniciativa e capacidade de mobilização. Quem esteve lá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e entrou no espírito sabe que foram momentos irrepetíveis...&lt;/p&gt;</description>
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  <category>dias felizes</category>
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  <pubDate>Mon, 27 Apr 2009 00:03:08 GMT</pubDate>
  <title>Rui Marques: Esperança em Movimento </title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/gz5c4LqUNfJZiCOEn2aE&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/gz5c4LqUNfJZiCOEn2aE/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fim da tarde, no Chiado. No jardim de inverno do Teatro São&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luiz está tudo a postos para o grande acontecimento do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/edIGkKff9m9Ky5qdes6L&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/edIGkKff9m9Ky5qdes6L/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chego com a minha mãe em cima das seis da tarde para&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ela se sentar com calma. Ainda anda de muletas e isso é&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;motivo mais que suficiente para evitar as multidões.Pouco&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;depois os anfitriões sentam-se à mesa e as pessoas idem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/0r6EEgyemiQeTlmAfe2b&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/0r6EEgyemiQeTlmAfe2b/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Marques, o autor do livro Esperança em Movimento, ao&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;centro, Vasco Teixeira da &lt;a href=&quot;http://www.portoeditora.pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Porto Editora&lt;/a&gt; à sua direita e Nuno&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Morais Sarmento à sua esquerda. Não houve palavras de&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;circunstância nem discursos solenes, apenas as vozes de&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;quem fala com verdade, por conhecer o autor e a sua obra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/KCkdsmZsdWrQJycER3se&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/KCkdsmZsdWrQJycER3se/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não falo da obra literária, mas da obra no terreno e no apoio&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;aos mais frágeis e vulneráveis. O trabalho que Rui Marques&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;faz ao longo dos anos, as lutas que travou e as causas que&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;defendeu estão contidas no livro Esperança em Movimento,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que acaba de lançar. Mais uma obra que fala por ele, afinal,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e vem numa lógica de coerência e consequência. Aquilo que&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Marques está agora a fazer na política, com o &lt;a href=&quot;http://www.mep.pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;MEP&lt;/a&gt; é dar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;continuidade à sua expressão de cidadania na amplificação&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;das vozes dos que não têm voz  e dos que, tendo-a, precisam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que alguém a amplie. Rui Marques é um homem de causas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/rcHNjbWoBUDd12kM8saQ&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/rcHNjbWoBUDd12kM8saQ/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sala do jardim de inverno do São Luiz encheu-se de gente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atento, o público ouviu Nuno Morais Sarmento sublinhar que&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o que o fez escrever o prefácio deste livro e subir a um palco&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;para o apresentar publicamente, é conhecer bem o Rui e ver&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nele um testemunho positivo e uma vontade permanente de&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mostrar ao mundo que há uma realidade que se torna urgente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;desocultar. &quot; O Rui Marques conhece muitos testemunhos de&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;esperança e tinha a obrigação moral de os revelar e nos dar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a conhecer esta realidade dos que acreditam e transformam o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mundo num lugar melhor &quot;, foram mais ou menos as palavras&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;do ex-ministro Nuno Morais Sarmento, que insistiu em falar da&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;demonstração tranquila que este livro faz da força da entrega&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;aos outros&quot;. Dito por quem conhece e politicamente nem sequer&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é suspeito de estar a fazer o elogio do líder, tem muito mais força.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/p9aRgwFFrKzl50IV09iO&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/p9aRgwFFrKzl50IV09iO/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim, a tradicional fila para os autógrafos. Na imagem só se&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vêm mulheres mas a fila era de homens e mulheres de todas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;as idades que permaneceram ali de pé até o dia se fazer noite. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/ZCdBPHqII1vJ73oVY2Zm&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/ZCdBPHqII1vJ73oVY2Zm/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Marques saiu depois de uma hora e meia de autógrafos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;dados quase sem respirar. Foi muito bom estar ali na dupla&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;condição de amiga e de cidadã que o acompanha e se sente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;acompanhada por ele, nestes caminhos de novos políticos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 09 Mar 2009 00:03:51 GMT</pubDate>
  <title>Pedro Ferro: concertos que não se podem perder</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;

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&lt;/object&gt;
    
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembram-se de ter falado aqui sobre o pianista Pedro Ferro? Volto à sua&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;música e ao seu talento porque este jovem pianista vai dar dois concertos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;este mês que não se podem perder, apesar de serem ambos no Algarve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dias 11 e 14 de Março Pedro Ferro vai tocar no &lt;a href=&quot;http://www.centroculturalsaolourenco.com/portugues/index.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Centro Cultural&lt;/a&gt; de São&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lourenço, um centro que merece destaque pela qualidade da programação&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixo aqui um dos vídeos de Pedro Ferro que podemos ver no YouTube. Há&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;outros, mais formais, que o mostram a tocar com a orquestra mas eu adoro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;este, em que Sofia Vinogradova o acompanha a fazer as vezes da orquestra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui fica também o C.V. do Pedro Ferro, para quem ainda não o conhece: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;style19&quot;&gt;Com antecedentes musicais marcantes, &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Pedro Ferro&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;style19&quot;&gt; iniciou os seus estudos musicais aos quatro anos com o seu pai. Prosseguiu os seus estudos no Conservatório Nacional de Lisboa, e concluiu em 2000 o Curso Complementar de Piano com a classificação máxima. Nesse mesmo ano foi aceite em primeiro lugar na Escola Superior de Música de Lisboa, onde concluiu a Licenciatura em Música /Piano na classe da professora Tânia Achot e Música de Câmara com a professora Olga Prats. Actualmente frequenta o Mestrado em Interpretação com o pianista e professor António Rosado. Realizou cursos e master-classes com Helena Sá e Costa, Paul Badura-Skoda, Pedro Burmester, Sequeira Costa, Vladimir Viardo, Francisco Sassetti e Maria João Pires. Obteve varios premios em diversos concursos nacionais e em 1999, foi bolseiro da Yamaha Musical Foundation of Europe. Apresentou-se em diversas salas do país a solo ou com orquestra. Tocou recentemente em varios concertos transmitidos pela Antena 2. Pedro Ferro leccionou piano nos Conservatórios de Tomar e Setúbal e, desde 2005, na Academia de Música da Orquestra Nacional do Tejo. Em Janeiro 2009 foi convidado a tocar no Colóquio Internacional Vieira da Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 02 Feb 2009 23:00:14 GMT</pubDate>
  <title>A vida tal como é, com luz e sombras</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/3Df3HzdI6haDFN9YRh9q&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/3Df3HzdI6haDFN9YRh9q/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta imagem tem 3 meses certos. Publiquei-a aqui no dia 1&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de Novembro e volto a publicá-la hoje por motivos fortes mas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;muito tristes. O Bruno morreu esta tarde e é duro aceitar esta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perda. Deixo aqui a imagem das suas mãos por elas serem,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;para mim, uma das memórias mais marcantes do Bruno por&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;estarem sempre muito quentinhas. Esta semana estivemos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de mãos dadas em silêncio e a imagem de umas mãos tão&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;fortes e tão queridas como as dele ficam-me para sempre...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bruno fez 32 anos em Janeiro e era demasiado novo para&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;partir. Era um homem corajoso e foi um testemunho de vida&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;incrível para todos os que estivemos perto dele, em especial&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nesta fase da doença. São muito raros os que atravessam o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sofrimento sempre com sentido e se recusam a desistir ou a&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;baixar os braços. O Bruno lutou até ao fim e a mãe e o irmão,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a tia, o tio, o primo e todos os que o amam e acompanharam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;até hoje tiveram uma força extraordinária. Agora não há mais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;palavras para exprimir a dor pela sua perda, a não ser falar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;do Bruno como alguém que permanecerá para sempre vivo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;no coração e na memória dos que tiveram a sorte de se cruzar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;com ele. É o meu caso. Neste dia tão cheio de acontecimentos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de conquistas e de vidas cheias, em que acordei com a notícia&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;do nascimento do quarto filho de grandes amigos e adormeço&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;com a notícia da morte do Bruno, deixo um abraço à sua mãe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abraço demorado, terno e eterno, que não se desfaça nunca!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 13 Oct 2008 23:07:17 GMT</pubDate>
  <title>O homem que manipula Paulo Portas</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/zdTKwlmLQMgWyPnotntS&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/zdTKwlmLQMgWyPnotntS/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cena de rua filmada em pleno Chiado. Aliás duplamente filmada:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pelo &lt;i&gt;cameraman&lt;/i&gt; do programa Contra-Informação e por mim. A&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;cena era para um episódio em que o boneco de Paulo Portas é&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;manipulado (no sentido literal, note-se) pelo homem de xadrez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/oWK2fZJ2IwV7kOkjGCvK&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/oWK2fZJ2IwV7kOkjGCvK/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cena teve o seu &apos;quê&apos; de cómico. As pessoas à volta pasmam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;com os bonecos e a maneira como são manobrados. Param e&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ficam por ali a ver. Eu fiz o mesmo. Tem graça ver os bastidores. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;

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&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 19 Sep 2008 16:22:28 GMT</pubDate>
  <title>Adelino Gomes apanhado no Carmo</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/rFp6dkVUknmPJf1B5gTK&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;240&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/rFp6dkVUknmPJf1B5gTK/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje apanhei esta cena na rua: &lt;b&gt;Adelino Gomes&lt;/b&gt;, um dos melhores&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;jornalistas portugueses de sempre, em pleno &lt;b&gt;Largo do Carmo&lt;/b&gt; (o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;centro histórico, nevrálgico e estratégico da &lt;b&gt;Revolução&lt;/b&gt;) a explicar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;aos jornalistas holandeses o que aconteceu ali no dia &lt;b&gt;25 de Abril&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No momento em que me deparei com as filmagens, &lt;b&gt;Adelino&lt;/b&gt; fazia&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;gestos largos e contava com entusiasmo e a sua alegria vibrante&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que foi exactamente ali, no lugar onde ele estava, que &lt;b&gt;Salgueiro &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Maia&lt;/b&gt; deu a primeira conferência de imprensa em liberdade. Que &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;bom que é encontrar o &lt;b&gt;Adelino Gomes&lt;/b&gt; e vê-lo em grande forma!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;

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&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 25 Jul 2008 16:00:20 GMT</pubDate>
  <title>Startracking, a revelação dos talentos</title>
  <author>Laurinda Alves</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/hugomartins/pic/0003h3q9&quot; /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: smaller&quot;&gt;(Crónica que escrevi para o Público de hoje)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Na próxima quinta-feira, dia 31, Lisboa vai ser palco de um encontro inédito: centenas de talentos portugueses de todas as gerações e áreas vão juntar-se no Campo Pequeno entre as seis da tarde e as nove da noite.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O conceito &lt;a href=&quot;http://www.startracking.org/blog/?home=yes&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Startracking&lt;/a&gt;, criado em Setembro passado pela equipa da &lt;a href=&quot;http://www.jasonassociates.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Jason Associates&lt;/a&gt;, já tem mais de 15 mil portugueses em rede e é um fenómeno sociológico que obriga a repensar questões como a diáspora e a noção de talentos (até por comparação ou eventual oposição à noção de competências, pois nem sempre a nossas competências revelam os nossos verdadeiros talentos).&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Habituámo-nos a achar que os emigrantes portugueses eram uma casta aparte, e nem sempre das melhores castas. &lt;b&gt;Falar dos tiques de linguagem dos que viveram fora e das casas construídas pelos emigrantes foi durante décadas uma atitude desvalorizante e muitas vezes motivo de troça ou anedota.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Todos sabemos que no passado houve histórias de grande sucesso empresarial e outras (em linhas académicas, culturais e científicas mais sofisticadas e mais ‘estilo António Damásio’) mas também todos temos consciência de que a maioria dos emigrantes foi obrigada a sobreviver em condições muito duras e adversas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;À excepção dos que já eram e voltaram a ser ricos, dos &apos;meninos de família&apos; que foram estudar para as melhores universidades do mundo e dos casos de sucesso daqueles que, com ou sem apoio de retaguarda, venceram na vida, os emigrantes portugueses eram vistos como uma imensa legião de desenraizados, sobreviventes e ‘filhos de porteira’.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;Os tempos mudaram e os emigrantes também. Onde há uma geração atrás ainda se lia ‘competência e sobrevivência’, agora lê-se ‘talento e conquista’.&lt;/b&gt; É extraordinária a mudança e é extraordinário como apesar de tudo continuamos a falar quase sempre dos 10 milhões de portugueses que vivem no país, quando ao todo somos quase 15 milhões.Há cinco milhões a viver fora, a estudar, a trabalhar e a dar o seu contributo e, no entanto, raramente falamos de nós como sendo um todo. E os mesmos.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O conceito &lt;b&gt;Startracking &lt;/b&gt;e a imensa rede de &lt;b&gt;Startrackers&lt;/b&gt; que aumenta de mês para mês, veio confirmar aquilo que muitos já sabemos há muito tempo: primeiro os portugueses que vivem fora são tão portugueses como os que vivem dentro; segundo os emigrantes já não são o que eram e a nossa diáspora mudou radicalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Hoje em dia há milhares de portugueses a estudar e a trabalhar em sítios-chave, a serem agentes de mudança e transformação do mundo. E é porque toda esta realidade mudou que merece ser revelada, reconhecida e estimulada.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;Depois de uma sucessão de encontros Startracking em Nova Iorque, São Paulo, Paris, Londres e Madrid, é a vez de juntar os talentos portugueses em Portugal. A data foi criteriosamente escolhida para que muitos dos que vivem fora pudessem estar em Lisboa, aproveitando a sua vinda de férias.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Há um programa para este encontro de dia 31 que ainda não pode ser divulgado porque contém surpresas e requer alguma contenção (o mistério sempre foi muito tentador) mas tenho estado muito próxima da organização e posso garantir que o suspense que agora envolve o encontro do Campo Pequeno faz sentido e vai potenciar ainda mais a vibração do momento. &lt;b&gt;Vale a pena ficarmos atentos ao dia 31, portanto.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>artes performativa</category>
  <category>crónicas do público à sexta</category>
  <category>talentos</category>
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