Hoje em dia ando mais a pé pela cidade e acabo por olhar mais para as ruas, as casas e as pessoas. Esta sucessão de prédios no fim da Rua do Alecrim, mesmo a chegar ao Cais do Sodré, tem o seu quê... Os prédios modernos do Siza são vizinhos de um prédio grafittado e de um outro recentemente arranjado. A geometria do fim da Rua do Alecrim é curiosa.
Comecei a semana com uma reunião na Expo e passei por uma parede enorme forrada de azulejos com comics. A dimensão da parede e a mistura de quase todos os personagens de banda desenhada têm um efeito espectacular. Muito bom, mesmo. Nunca tinha visto esta espécie de mural porque raramente percorro a longa avenida que atravessa a Expo de um lado ao outro (pelo lado de fora, oposto ao do rio).
O artista é finlandês e chama-se Erro (Guomundur Goumundsson), disse-me o Frederico Aboim Inglês, meu grande amigo que vive em Paris e está sempre atento às artes e à cultura, seja ela pop, pós-moderna, clássica ou outra. Obrigada.
Gosto da maneira como os monumentos de Lisboa estão iluminados e adoro ver o contraste das cores na pedra branca, muito limpa. À porta do Quartel do Carmo há rapazes a fazer skate depois da hora do jantar. São sombras velozes que passam para lá e para cá, e depois desaparecem na noite escura. A cena tem qualquer coisa de filme italiano, especialmente nestas primeiras noites quentes de Primavera.
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