Jantei e fiz serão esta noite com os universitários da Aasul - Associação de Acção Social da Universidade Lusíada - que estão a caminho de Fátima. A peregrinação da Aasul é um clássico há quase vinte anos e é fascinante ver como as gerações se sucedem neste movimento solidário, construtivo e de espírito positivo.
Fui com o Duarte Miranda Mendes, meu amigo e ex-Aasul, e foi uma emoção para todos a partilha de experiências e a troca de ideias entre actuais e 'antigo' (salvo seja!) aluno da Lusíada com experiência de missão, serviço e projectos em Cabo Verde. A conversa entrou pela noite dentro mas o dilúvio que desabou interrompeu tudo porque o ginásio onde os universitários dormiram inundou quase completamente.
Num minuto estavamos todos envolvidos numa conversa sobre aquilo que dá sentido à vida, e no minuto seguinte estavam todos a tentar resgatar mochilas, sacos-cama e comidas... O Miguel, que ri da situação atrás do balcão improvisado para as refeições, foi quem me convidou este ano a dar testemunho para este grupo de universitários empenhados em aprofundar a sua relação com Deus e com os outros.
Durante uns minutos a confusão no ginásio foi total. A chuva caía lá fora com uma força brutal e a trovoada era assustadora mas, ao mesmo tempo, belíssima. Quando todas as coisas ficaram a salvo voltámos à conversa. Adorei estar com este grupo e adoro sentir que vamos juntos pelo caminho. Ainda que cada um de nós percorra caminhos diferentes, permanecemos juntos no essencial.
A Mariana e a Carolina estão numa fase de recolher votos para ganhar uma viagem ao Perú e pedi-lhes que me dissessem onde posso votar para contribuir para a viagem. Espero que me mandem o link ao longo do dia para o pôr aqui no blog, de forma a que mais pessoas possam votar nelas. A Carolina escreveu os textos inspiradores que serviram de reflexão para a caminhada de ontem e eu trouxe-os comigo, para os ler e os ter muito presentes nesta Semana Santa, em que faz ainda mais sentido tentar perceber quem somos, para onde vamos e o que queremos dar à vida.
P.S.: Já tenho o link e já votei. Gosto da ideia de contribuir para a realização de um sonho. Se puderem, votem, é muito simples e basta clicar em 'vote'.
Começou ontem a Semana Santa, um tempo maior para os católicos. Ao fim da tarde estarei no Ribatejo com os universitários da AASUL (Associação de Acção Social da Universidade Lusíada), que começaram ontem a sua peregrinação de seis dias. Convidaram-me a dar testemunho e vou ter com eles para o jantar e um serão de conversa. Não imagino melhor maneira de acabar o meu dia.
Manuel Sobrinho Simões, o cientista que não
fala só de ciência, vai apresentar esta tarde o
nosso livro no Porto. Um privilégio enorme, é
o que é. Já estou a caminho, radiante com o
facto de podermos estar juntos com mais um
círculo alargado de amigos e pessoas queridas.
Tal como disse em posts anteriores, vamos estar
às 6:30 na Livraria Leitura, no CC Cidade do Porto
e todos os que puderem e quiserem aparecer são
muito bem vindos. A boa notícia é que este nosso
livro já está nos Tops de vendas e já vai para a 2ª
edição. Grande pinta. Obrigada a quem contribuiu!
Deixo aqui o vídeo com a gravação da entrevista que o Mário Crespo me fez no Jornal das 9, a propósito do lançamento do livro Ouvir, Falar, Amar, que vai ser lançado esta semana em Lisboa, para convidar todos os que puderem e quiserem estar presentes. Gosto muito de conhecer as pessoas que me acompanham no blog e o lançamento deste livro é uma boa oportunidade para celebrarmos juntos o acontecimento. Alberto Brito, co-autor, estará comigo e como é um orador brilhante vai ser um prazer enorme ouvi-lo falar. Para quem mora no Porto ou em Braga, fica o convite para os dias 13 e 15, respectivamente. No Porto será às 19h, na Livraria Leitura, e em Braga será à mesma hora na Centésima Página. Em Lisboa o lançamento vai ser já no dia 7, 5ª feira, pelas 7 da tarde, na livraria LeYa-Bucholz, na Rua Duque de Palmela, perto da antiga sede do jornal Expresso, ao Marquês de Pombal. Sintam-se convidados, pois todos os que puderem estar presentes serão muito bem vindos!
P.S.: Houve uma alteração na data do lançamento no Porto e embora eu já tenha feito a emenda no texto, sublinho-a neste P.S. pois pode haver quem tenha tomado nota da data anterior. Por questões logísticas que se prendem com o facto de ser o Prof Manuel Sobrinho Simões a apresentar o livro no Porto, antecipamos um dia. Ou seja passou a ser no dia 13. O privilégio de ter connosco o prof. Sobrinho Simões é tal que justifica todo e qualquer ajuste.
Não resisto a partilhar aqui a alegria do dia em que eu e o pe
Alberto Brito inauguramos um novo ciclo que nos vai fazer
percorrer novos caminhos juntos. Esta noite estaremos os dois
no primeiro de muitos jantares-tertúlia do Hotel Tivoli, onde
vamos fazer uma espécie de pré-apresentação do nosso livro.
Esta dupla estreia é um acontecimento muito feliz para ambos,
pois permite-nos conhecer e conversar com um círculo mais
próximo de pessoas. É um privilégio sermos nós a inaugurar
estas tertúlias do Tivoli, e vai ser muito bom estarmos juntos
na véspera do lançamento do nosso livro. Como ainda há alguns
lugares disponíveis para o jantar desta noite, deixo aqui o desafio
para o caso de alguém querer e poder ir. Amanhã é o grande dia,
do primeiro de três lançamentos. Como disse, os próximos serão
a 13, no Porto, e a 15, em Braga. No Porto teremos a companhia
do Prof. Manuel Sobrinho Simões, que vai fazer a apresentação
do livro (na Livraria Leitura, no Centro Comercial Cidade), facto
que nos enche de orgulho, alegria e gratidão. Em Braga seremos
apenas nós, na Centésima Página, que é como sabem um espaço
que eu adoro e onde me sinto muito em casa. Maravilha!
Hoje fui a convidada dos Almoços das Últimas Terças-Feiras de cada mês organizados pelo Círculo Eça de Queiroz, em pleno coração do Chiado. O convite chegou pelas mãos da Margarida Esteves da Fonseca, que conheci há quase vinte anos mas que nunca mais voltei a ver, e estes almoços fazem parte da tradição do Círculo há muitos anos. Foi muito bom ter tido a casa cheia e foi muito bom o diálogo e todas as conversas informais após o almoço.
A vocação do Círculo Eça de Queiroz é promover conferências, concertos, exposições e outras manifestações culturais, oferecendo aos Sócios e seus convidados a possibilidade de utilizarem as salas de leitura e os serviços de restaurante. Não foi a primeira vez que estive no Círculo e confesso que gosto particularmente do ambiente que se vive aqui. Adorei estar com todas estas pessoas hoje e gostei especialmente de conhecer a Isabel Rilvas, a primeira paraquedista portuguesa.
A Isabel Rilvas saltou mais de 140 vezes entre os anos de 1956/61 e, depois, voltou a saltar de pára-quedas já casada e mãe de 3 filhos entre os anos de 1969/75. Grande pinta de mulher. Fez cursos em França e trouxe para Portugal legislação para criar uma unidade de enfermeiras paraquedistas, o seu grande sonho. Tive pena de não poder aprofundar com ela este tema, até para perceber melhor quem foram essas 48 enfermeiras que saltavam de pára-quedas nos anos da guerra colonial. Espero que em breve possamos voltar a ver-nos com tempo para estas e outras conversas.
Vou todas as semanas a escolas, universidades, fundações, associações ou outras instituições (como hospitais e prisões), falar sobre temas tão variados como a cidadania, o voluntariado, empreendedorismo, ética e valores, comunicação, relações entre pais e filhos ou alunos e professores, sentido de vida e por aí adiante. Recentemente estive em cadeias de jovens, onde foi possível falarmos todos sobre a liberdade interior e o sentido da privação da liberdade exterior e confesso que as perguntas e os testemunhos que ouvi me marcaram radicalmente. Esta tarde vou ao Colégio Planalto, em Lisboa, falar com 45 alunos sobre gente com ideias que mudam o mundo. Adoro esta proximidade com as pessoas na sua realidade-real, nos seus universos tão distintos e, alguns, em circunstâncias tão específicas. Sinto que estas minhas deslocações semanais e, em certas fases, quase diárias, são um enorme privilégio. É assim que as vivo e as sinto.
Afinal o meu voo esta manhã não foi nada desinteressante, muito pelo contrário! Encontrei logo no aeroporto o Duarte BS, que conheço desde criança e vi crescer em fins-de-semana e férias em família ao longo de muitos anos, mas depois perdi de vista quando começou a trabalhar fora de Portugal. Foi um encontro feliz que gerou uma conversa ininterrupta, muitas vezes atropelada pelo entusiasmo com que ambos queríamos contar as coisas da vida de cada um, e só acabou no Metro de Madrid quando cada um voltou a seguir o seu caminho. Adoro este 'miúdo' e espero que não passem outra vez anos sem nos vermos. Depois ainda consegui ir ver a exposição de Jean-Léon Gérôme ao Museu Thyssen e apanhar boleia para Miraflores, nas montanhas perto de Madrid, onde nevou e está tudo branco e bonito. O curso é intensivo e, por isso, dou notícias se puder, quando puder. Ainda bem que vim, porque era mesmo aqui que queria estar nestes dias!
Zilda Cardoso, escritora, galerista, blogger e uma amiga muito querida que reencontrei no Porto, na Quinta de Bonjóia, onde fui fazer uma palestra sobre comunicação. Cheguei cedo à Bonjóia, de propósito para ter tempo para conversar com a Zilda, que é uma mulher que admiro profundamente. A multiplicação dos encontros, workshops e exposições de Mulheres de Corpo e Alma foi de tal maneira exuberante e contagiante, que acabámos por ficar com todas as conversas no início (nem sequer a meio!), mas não faz mal porque já combinámos ver-nos em breve. Ainda tentámos encontrar lugares mais ou menos protegidos da confusão, mas mesmo assim não foi possível mantermos uma conversa com princípio, meio e fim. Mas adorei a cumplicidade e as coisas e novidades que de forma atropelada ainda conseguimos contar uma à outra. Obrigada, Zilda, por se ter sentado na primeira fila. É bom ter 'pilares' de confiança na plateia, quando falamos para as pessoas nos auditórios. Também gostei de partilhar consigo e com a sua amiga Cândida um livro tão especial.
Exactamente no mesmo lugar onde encontrei ontem a Leonor Silveira, também me cruzei com a Maria João Seixas, a actual directora da Cinemateca, que admiro profissional e pessoalmente há muitos anos. Gosto muito da Maria João e devo-lhe um conhecimento mais aprofundado de um dos meus escritores preferidos: Joseph Brodsky. Pedi à Maria João para fazer uma fotografia no mesmo canto da sala onde improvisei um estúdio com luz natural e vista para a rua, com as pessoas a passar, e ela aceitou sem hesitar com aquele seu sorriso querido e elegante. Aqui fica mais uma mulher inspiradora na minha galeria de instantâneos.
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