Sábado, 28 de Junho de 2008
Este mar, nestas pedras

 

Há dias em que vale a pena fazer quilómetros de estrada

e vencer a serra para chegar a este mar onde há oliveiras

e pinheiros mansos perfumados, inclinados sobre a água.

Gosto de praias onde há rochas grandes e escarpas altas.

E gosto de ver as pedras redondas que cobrem a areia e

enchem a praia quando a maré vaza.

 

 

Há dias em que vale a pena fazer quilómetros de estrada

só para ouvir o mar bater nestas pedras redondas.

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 12:00
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De bibabalula a 1 de Julho de 2008 às 00:33
Ah a praia! É sempre tão revigorante, simultanea-
mente calmante e saudável espraiarmo-nos naquelas areias calientes e aconchegantes que se moldam ao nosso corpo, enquanto o sol nos percorre da cabeça aos pés, ora acaraciando-nos ora abrasando-nos.

E é então que nos mergulhamos no reino de Neptuno,
primeiro devagar, depois em braçadas tão apetecí-
veis e refrescantes que só saímos desse mar quando já não mais queremos ficar, para depois regressar- mos mais e mais outra vez e sempre com o mesmo prazer.

Depois é o regresso à toalha que nos espera e que nos sabe deliciosamente bem e ficamos a ouvir o barulho do mar, nas suas ondas, a rebolar e a bater na areia e nas pedras (quando as há). Que som tão sui generis e cadenciado.

Há zonas balneares onde existem faixas de mar, de pinhal e campo simultaneamente. Frequentar esses locais é um privilégio que eu já vivi diversas vezes, quer no centro quer a norte do nosso país, que é preciso dizer tem praias de maior ou menor dimensão mas com qualidade, especialmente as menos conhecidas, pois ainda não as "estragaram".
E é com prazer que percorremos os quilometros que sejam precisos para chegarmos a esses portos seguros e ansiosamente desejados.

Usualmente, quando regresso das praias, venho sempre acompanhada com pedras, não muitas, que recolho aqui e além, por achar que são diferentes das anteriores que já tenho em casa.
Umas conservo para sempre, outras dá-me imenso prazer dá-las a quem também partilhe deste gosto.

Vivo ao pé da praia (duas ruas acima) e sempre vivi com vista para o rio Tejo ou junto ao mar.
Eu sinto que eles fizeram parte do meu crescimen-
to, acompanharam o meu amadurecimento e continuam ao meu lado nesta fase de lazer perma-
nente da minha vida!


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