Segunda-feira, 23 de Junho de 2008
Arquitectura nas favelas do Rio

 

Margarida Castro, 24 anos, arquitecta, acaba de passar um ano no Rio de Janeiro onde trabalhou em projectos de requalificação das favelas. Margarida fala 'à Porto' com um ligeiro sotaque carioca, mistura que dá ainda mais graça à sua alegria e beleza naturais.

 

Falámos durante horas sobre a sua experiência, sobre o desafio que é entrar nas favelas onde moram os pobres dos mais pobres e sobre o impacto "indigerível" que tudo isso teve nela. Margarida está a começar agora a sua carreira e é muito interessante ouvir falar dos seus projectos e sonhos. Fiquei com a certeza de que o nome dela é um nome a fixar na área da arquitectura. Seja como arquitecta, como curadora de museus ou como criativa nos bastidores das exposições, com critério para definir o espaço e equilíbrio das obras de arte.

 

Aqui fica o registo da nossa conversa sobre o trabalho nas favelas, sobre o 'degredo', sobre as pilhas de lixo, a falta de espaço, as ruas que não existem, 'as hortas verticais' e as crianças que moram e brincam em casas onde nada existe ou tudo foi devastado pelo fogo.

 

 

publicado por Laurinda Alves às 00:05
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