Olho para o relógio e dou-me conta de que, dada a diferença horária, esta é a hora a que chegam a casa os três filhos dos meus amigos que moram no Brasil. Mais do que serem filhos de amigos, são três miúdos que eu adoro e que agora me enchem de saudades.
Ontem, antes de me vir embora, filmei-os a chegar com as bicicletas e pedi-lhes para fazerem tudo como se eu não estivesse ali. Como sabiam que estavam a ser
filmados fizeram tudo igual menos... as gritarias e correrias do costume. Claro.
Ou seja, chegaram muito certinhos e 'postos por ordem'. Largaram as bicicletas no lugar habitual mas sentiram que estavam a ser observados e entraram em casa calados. Percebo-os. Se me estivessem a filmar a mim nas minhas rotinas do dia-a-dia também ficava 'sem jeito'.
Em todo o caso, para mim, estes vinte segundos de filme servem como memória de um dos momentos altos da tarde: as corridas de bicicleta para ver quem chega primeiro a casa, as correrias até à porta e os gritos do cimo das escadas. Muito bom. Gosto da vida de família, da confusão, trapalhadas e gritos que sempre há no fim de cada dia.
Acima de tudo gosto muito destes três (em vésperas de serem quatro!), comovo-me e divirto-me com os detalhes de cada um. Ela porque é linda, invulgarmente profunda para a idade e tem um riso fácil (ri com tudo mas em especial com os disparates que o pai conta); o mais velho porque é todo desportista, tem uma inteligência rápida, uma capacidade de observação incrível e um sentido de humor fino; o mais novo porque é completamente estouvado mas tem a mesma inteligência fulminante dos irmãos e a gargalhada ainda mais fácil e contagiante. Em resumo: são muito queridos e também tenho saudades deles. Ponto.
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