Agora que já aterrei deste lado do Oceano e tudo me diz que a seguir à Primavera vai finalmente chegar o Verão que tanto espero e de que tanto gosto, dou comigo a ter saudades do Outono que antecede o Inverno brasileiro.
Dito assim parece uma coisa meio parva? Talvez. Mas de repente estou com saudades de lá e há coisas que não se explicam. Como estas saudades instantâneas que se sentem quando ainda estamos a dar o último abraço de despedida aos amigos.
Também não se explica o prazer que dá varrer as folhas secas dos plátanos com uma amiga do coração que mora longe (e embora continue elegante está à espera do quarto filho!) mas posso garantir que, para mim, é um prazer enorme aproveitar os gestos banais e os momentos cúmplices para pôr a conversa em dia.
Gravei o som das folhas a serem varridas e remexidas porque o acho bonito e inspirador.
Faz-me lembrar o poeta que me disse um dia que sempre que ouvia alguém varrer as folhas das árvores perto das suas janelas suspendia tudo o que estava a fazer só para ouvir varrer.
Percebo-o. O poeta de que falo é José Tolentino de Mendonça.
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