Agora que já voltei ao continente e me sinto outra vez em casa; agora que estou mais tranquila e livre de embaraços informáticos, lembro-me do casamento deste fim-de-semana, cujo filme revi mentalmente de olhos fechados enquanto sobrevoava o oceano, e penso que nunca tinha ouvido os noivos acrescentarem uma palavra à cerimónia em que se declaram dispostos a amar e a permanecer fiéis até ao fim dos tempos.
A palavra que não consta do texto convencional da cerimónia faz toda a diferença. Não só pelo sentido da palavra mas pela intensidade e verdade com que foi dita por um e repetida pelo outro. Adorei!
Qual é a palavra? "Perdidamente". Ou seja os noivos acrescentaram a palavra "perdidamente" naquela parte em que um promete ao outro amá-lo e ser-lhe fiel na alegria como na tristeza, na saúde como na doença.
Ouvir a Mariana e o Pedro, que conheço bem, declarar com paixão um ao outro que prometem amar-se perdidamente até ao fim dos tempos não é apenas uma coisa bonita de se ouvir. É comovente e transformador porque revela o amor que construiram até aqui e mostra a maneira como querem continuar a amar-se. Tão ou mais importante que isto é a certeza que todos temos de que é exactamente isso que vai acontecer pela vida fora.
Basta conhecer um e outro para saber que sim, e é esta certeza que nos enche a nós de certezas. Sobre o amor e sobre a vida, quero dizer.
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