Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
A atitude optimista é a capacidade de tirar bem de tudo

Tirei esta fotografia com a luz do poente a iluminar a encosta do castelo, ao passar pelo Miradouro de São Pedro de Alcântara, um dos meus lugares preferidos de Lisboa. Uso-a agora para citar Vasco Pinto de Magalhães, jesuíta, autor de vários livros, e um deles muito especial, concreto e rente à realidade-real. Falo de Onde Há Crise Há Esperança, editado pela Tenacitas: "A realidade, vendo bem, não é boa nem má, o bom e o mau são o que a gente faz com a realidade. As pessoas classificam logo os acontecimentos e os sentimentos de bons ou maus. Mas de tudo se pode tirar bem".

publicado por Laurinda Alves às 01:17
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5 comentários:
De an a 28 de Fevereiro de 2012 às 13:31
Sim, podem-se tirar sentimentos bons, da realidade actual.
Pode-se formar uma consciencialização colectiva de ajudas mútuas,maior tolerância a nível do trato humano, solidariedade uns com os outros, pois sempre foi real , e uma grande verdade, que "as desgraças unem as famílias". Penso que seja assim também , no nosso país, quanto ao que traz a "Crise"... e, «Onde há Crise Há Esperança» ...pois claro que sim...? ...
De Antonio Brazão a 28 de Fevereiro de 2012 às 17:17
Laurinda, que frase tão bonita "A atitude optimista é a capacidade de tirar bem de tudo".

Vejo que voltou em grande forma ao seu (nosso?) blog! "Grande pinta"!

Gostava de saber como posso ter acesso à sua última aventura escrita "Entre Gerações". Está à venda? Onde?

Deixo-lhe um poema que por coincidência enviei hoje a um amigo para ilustrar/enquadrar uma foto (dele) que irá fazer fazer parte de uma exposição fotográfica. Aqui vai... pq tinha tínhamos ) saudades suas.

Seja feliz!

Abraço.

António
....................................
A Saudade Anda Descalça

A saudade anda descalça
Pra não se fazer ouvir;
Atravessa o quarto escuro
Beija-me o rosto inseguro
Quando me apanha a dormir

Tem o dom de me levar
Onde lembra o coração
Dá todo o tempo que tem
É mais do que minha mãe
Mãe da minha condição

A saudade anda descalça
E é descalça que me quer
Faz brilhar o que entristece
E o que morreu, permanece
A saudade é uma mulher

(João Monge)

De an a 28 de Fevereiro de 2012 às 23:42
Lindíssimo poema da Saudade...

Esta foto do post está com arte...está belíssima, parabéns!
De AEfetivamente a 28 de Fevereiro de 2012 às 22:40
Tem de haver, tem mesmo de haver. Nem sempre é fácil mas ajuda muito. Grande título de livro, realmente. Uma espécie de máxima para seguir:)
De Andi a 9 de Março de 2012 às 20:00
Linda a fotografia!
E que saudades de Lisboa!...São lugares assim, esta luz, o Sol, as memórias, portos de abrigo, que "ameigam" os olhos de quem vê e de quem sente. E o segredo é tentar guardar todo o bom que vivemos para que o optimismo seja soberano sobre a realidade tantas vezes inerte e inócua. Obrigada pela partilha!

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