Quinta-feira, 7 de Julho de 2011
Querida Zezinha

 

Grande mulher, grande coerência, grande testemunho de vida, grande inspiração e grande amiga dos seus amigos. Vai-nos fazer muita falta a todos. E ao país!

 

Deixo aqui um fragmento da última crónica escrita pela Maria José Nogueira Pinto, publicada hoje no Diário de Notícias

 

Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.

Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.

Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.

publicado por Laurinda Alves às 08:25
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12 comentários:
De ann, a 6 de Julho de 2011 às 23:52
Lamento muito. Foi doloroso ver a coragem com que se apresentava, já tão fragilizada na televisão e não tinha complexos, sequer, que a comparacem ao que era antes...para quem só a conheceu de longe, mesmo assim e por isso, foi um exemplo de valentia, modéstia , humildade e conformação que nunca vou esquecer.
Que a sua família consiga uma conformação que amenize um pouco o seu desgosto.
De Joana Freudenthal a 7 de Julho de 2011 às 00:58
Estamos todos mais pobres. Grande senhora.
RIP!
De maria azenha a 7 de Julho de 2011 às 04:32
Uma mulher de coerência e de grande estatura moral.
Grata.
De Teresa Lopes a 7 de Julho de 2011 às 11:01
Querida Laurinda,
Quando alguém deixa saudades é sinal que a sua passagem por este mundo valeu a pena. Neste caso, ninguém tem dúvidas de que esta grande Senhora fez a diferença.
Tal como escrevi ontem na minha página, pouco importa a cor política quando se trata de alguém com valores, som sentido de entrega, com competência e determinação. Maria José Nogueira Pinto foi em vida aquilo que recordarei para sempre: uma mulher de fibra, de coragem, uma lutadora até ao fim. Um exemplo. Todo o meu respeito e admiração transformado aqui num sentido cumprimento a toda a família.

Beijinho grande
Teresa
De Ricardo a 7 de Julho de 2011 às 15:17
O que me ocorre dizer sobre Mª José Nogueira Pinto é o seguinte:

Muito Obrigado por ter feito parte das nossas vidas, com o seu testemunho, a sua frontalidade, a sua bondade, o seu conhecimento, o seu empenho para que tivéssemos um Portugal melhor e mais justo!

Descanse em paz e Deus é, com certeza, seu e nosso Pastor, como tal, nada nos (lhe) faltará! (Foi uma bonita forma de se despedir da vida terrena)

Um beijo para si, Laurinda!
De Andreia M. a 7 de Julho de 2011 às 15:48
Laurinda,

li esta manhã essa mesma crónica e guardei-a como gosto de fazer às coisas que considero importantes. A sensatez das palavras de Maria José Nogueira Pinto perante a fragilidade da vida é exemplar, num testemunho que ficará para sempre na memória de todos.

Um beijinho
De isabel a. a 7 de Julho de 2011 às 15:57
querida Laurinda ,
aqu estou eu sem jeito nem palavras...

Deixo um poema do Drummond de Andrade porque ela amava o Brasil:

Aqui vos deixo. Aqui vossos amigos,/ os da alegria ritos celebrando,/ despedem-se de vós. Eia, a caminho. / Tende por certo: amar se aprende amando.

bjs com lágrimas,
isabel a.

De Helena a 7 de Julho de 2011 às 18:18
Estou chocada e triste.
Nunca conheci esta Senhora pessoalmente mas ela entrava-me pela casa dentro via televisão. Não sabia que estava doente até que apareceu há pouco tempo na SIC Notícias e vi logo que não estava bem.
Gostava dela e penso, muito sinceramente, que vai fazer muita falta a este País.
Que Deus a acarinhe!
De Marcolino a 7 de Julho de 2011 às 19:47
Querida Laurinda,
Ela morreu muito nova, a meu ver, só Deus sabe o porquê, cumpriu a sua Missão como Mulher Politica! Sempre a avaliei como uma passoa obstinadamente combativa. Honra lhe seja feita!
Paz à sua Alma!
Marcolino
De Anónimo a 7 de Julho de 2011 às 22:50
Laurinda,
Embora só conhecesse Maria José N.Pinto como figura pública, tratava-se de uma mulher muito combativa e determinada. O seu trabalho na MAC e Misericordia foi admirável. Admirava a sua inteligência, embora algumas vezes a achasse muito polémica. É uma grande perda na nossa sociedade.
Veramaria

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