Terça-feira, 14 de Junho de 2011
R.Calçada Bastos, Margarida Natividade, João Miranda Sousa

Portugueses sem fronteiras 6 from AlvesLaurinda on Vimeo.

 

Rui Calçada Bastos, artista plástico que vive e trabalha em Berlim; Margarida Natividade, cantora de ópera que vive em Bruxelas e João Miranda de Sousa, advogado especialista em direitos de autor e uma referência internacional nesta matéria, que vive em Madrid e trabalha entre Madrid, Barcelona e o resto do mundo, foram os Portugueses Sem Fronteiras da semana passada. Os feriados e esta turbulência que entrou na minha vida fez com que atrasasse a publicação deste 6º episódio no blog. Aqui fica e, passe mais uma vez a minha parcialidade, vale a pena ver e ouvir estes entrevistados. Cada um deles é muito especial e muito inspirador. 

publicado por Laurinda Alves às 12:37
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De George Sand a 15 de Junho de 2011 às 22:22
Se precisar de um exemplo mais tenrinho, tenho a minha filha. Fez agora 16 anos e é a primeira portuguesa a ir estudar para Lancing. Por vontade própria. Vai acabar lá o secundário e terá assim, no entender dela, mais chances de entrar numa Universidade inglesa. São os novos cidadãos da Europa a muitos. Sem nenhum sentido patriota e com vontade de fugir daqui a sete pés. "Porque aqui mãe, não se vai passar nada nos próximos seis anos pelo menos. E eu, não estou para acabar com um canudo, na caixa do pingo doce".
De Fernanda Matias a 16 de Junho de 2011 às 12:20
Querida laurinda

Ainda bem que já retomou os seus trabalhos e causas, sinal de que o seu Filho vai seguindo a sua recuperação ,sem necessidade da sua permanencia fisica a tempo inteiro.
Interessante o Projecto inter-gerações por tudo, e especialmente, para os mais velhos passarem tanto aos mais novos, para além das relações de inter-ajuda. Quem sabe, os que tanto já viveram ,venham a ser, para os mais novos desta geração , um motor para os tornar mais amantes e orgulhosos do seu País, pois as crises não duram sempre e, também, é necessário ensinar-lhes a viver periodos tão dificeis, sem terem que abandonar o país só por isso, que é muito, reconheço.
Eu vivi e estudei muitos anos fora de Portugal. Sou cidadã do Mundo, como se diz . Tive a felicidade de os meus Pais me poderem ter dado muito, mesmo económicamente. Mas, terminada a faculdade, fui trabalhar para uma boutique, como teria trabalhado num Supermercado, para me autonomizar económicamente, mesmo continuando a viver em casa dos meus Pais. Orgullho-me disso e dum precurso profissional onde tenho sido reconhecida, pois trabalho muito e sou apiaxanada pelo que faço, apesar de ser uma profissão que exige tudo de mim e doutros meus colegas.
Que George Sande não me leve a mal, pois não é qualquer crítica ao percurso da filha. É apenas a minha experiência de, ainda gostar do meu País e conseguir viver nele, sem ter que sair. No entanto, compreendo alguns problemas dos Jovens que t~em dificuldades em se afirmarem no mercado de trabalho.
Acredito , muio sinceramente, que vençeremos a crise.
Um grande abraço

Fernanda Matias
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