Terça-feira, 14 de Junho de 2011
R.Calçada Bastos, Margarida Natividade, João Miranda Sousa

Portugueses sem fronteiras 6 from AlvesLaurinda on Vimeo.

 

Rui Calçada Bastos, artista plástico que vive e trabalha em Berlim; Margarida Natividade, cantora de ópera que vive em Bruxelas e João Miranda de Sousa, advogado especialista em direitos de autor e uma referência internacional nesta matéria, que vive em Madrid e trabalha entre Madrid, Barcelona e o resto do mundo, foram os Portugueses Sem Fronteiras da semana passada. Os feriados e esta turbulência que entrou na minha vida fez com que atrasasse a publicação deste 6º episódio no blog. Aqui fica e, passe mais uma vez a minha parcialidade, vale a pena ver e ouvir estes entrevistados. Cada um deles é muito especial e muito inspirador. 

publicado por Laurinda Alves às 12:37
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7 comentários:
De Cristina Costa Amaral a 14 de Junho de 2011 às 16:14
Olá Laurinda,
passei por aqui apenas para deixar um beijinho e desejar as rápidas melhoras para o filhote.
Neste momento turbulento, há que buscar toda a força e essa tenho a certeza que a Laurinda tem e sabe onde a buscar ;)
Beijinho e um abraço muito apertado :*
Cristina
De Um Jeito Manso a 14 de Junho de 2011 às 23:15
Olá, Laurinda,

Antes vinha aqui para saber das suas andanças, para apreciar a sua energia e jovialidade. Agora venho para saber se o seu filho está melhor.

Vai ficar, com certeza.

Olhe, ontem, no meu blogue, arranjei maneira de lhe enviar um cheirinho a alfazema (no meio de um post relativo a Fernando Pessoa e no qual tive o cuidado de escolher um poema com uma ideia subjacente que penso que muito útil vos será: 'Está tudo dentro de nós' - a força, a alegria, a energia).

Envio-lhe o link, caso tenha tempo e vontade de ver:

http://umjeitomanso.blogspot.com/2011/06/fernando-pessoa-um-poeta-intemporal.html

Que tudo vá progressivamente voltando à normalidade, que em breve o seu filho esteja bem, que as preocupações desapareçam.

Um beijinho,

JM
De viguilherme a 15 de Junho de 2011 às 09:40
Desejo que tenha os ventos de feição .....ou melhores tempos comecem a romper ......

Vi este novo video e a sensação com que fico ....de uma leiga ....é que cada vez estão melhor quer no desnudar do interno e do externo de cada actor .....a sua intervenção é mais" soft"mais fluida ,e a deixar a conversa deslizar ao sabor do acaso redefenido pelo protagonista ,.....mais intimista sem ser invasiva .....

O enquadrameno do Rui quer em imagens quer no percurso do encontro dá bem o retrato de algu´em que ....."olha para as coisas de forma diferente "sic.......Que tem/veste a boina do avô ,como o afecto que pôe na vida .......e o arrastar desses afectos é visivel no mapear de seu percurso .....A Margarida é Voz limpida e exigente consigo onde o trabalho ,disciplina ,rigor estão presentes refletindo-se no enquadrameno que a envolve ,mas com saudades e partilha .......O João é um espirito racional ,mas dedicado ao bem estar dos outros ....."homem de famíkia ""sou um tempo "onde "a felicidade é mais equilibrio "......desculpe estas divagações sobre trabalhos seus mas senti algo de diferente nestes ultimos ...ou meu olhar foi diferente como a escuta ????!!!!!!
O melhor para si ......
De Anad a 15 de Junho de 2011 às 15:35
Adorei. Este advogado tem um discurso deveras inspirador. Parabéns. Que trabalho tão bom.
Um abraço e as melhoras do seu filho.
Anad
De George Sand a 15 de Junho de 2011 às 22:22
Se precisar de um exemplo mais tenrinho, tenho a minha filha. Fez agora 16 anos e é a primeira portuguesa a ir estudar para Lancing. Por vontade própria. Vai acabar lá o secundário e terá assim, no entender dela, mais chances de entrar numa Universidade inglesa. São os novos cidadãos da Europa a muitos. Sem nenhum sentido patriota e com vontade de fugir daqui a sete pés. "Porque aqui mãe, não se vai passar nada nos próximos seis anos pelo menos. E eu, não estou para acabar com um canudo, na caixa do pingo doce".
De Fernanda Matias a 16 de Junho de 2011 às 12:20
Querida laurinda

Ainda bem que já retomou os seus trabalhos e causas, sinal de que o seu Filho vai seguindo a sua recuperação ,sem necessidade da sua permanencia fisica a tempo inteiro.
Interessante o Projecto inter-gerações por tudo, e especialmente, para os mais velhos passarem tanto aos mais novos, para além das relações de inter-ajuda. Quem sabe, os que tanto já viveram ,venham a ser, para os mais novos desta geração , um motor para os tornar mais amantes e orgulhosos do seu País, pois as crises não duram sempre e, também, é necessário ensinar-lhes a viver periodos tão dificeis, sem terem que abandonar o país só por isso, que é muito, reconheço.
Eu vivi e estudei muitos anos fora de Portugal. Sou cidadã do Mundo, como se diz . Tive a felicidade de os meus Pais me poderem ter dado muito, mesmo económicamente. Mas, terminada a faculdade, fui trabalhar para uma boutique, como teria trabalhado num Supermercado, para me autonomizar económicamente, mesmo continuando a viver em casa dos meus Pais. Orgullho-me disso e dum precurso profissional onde tenho sido reconhecida, pois trabalho muito e sou apiaxanada pelo que faço, apesar de ser uma profissão que exige tudo de mim e doutros meus colegas.
Que George Sande não me leve a mal, pois não é qualquer crítica ao percurso da filha. É apenas a minha experiência de, ainda gostar do meu País e conseguir viver nele, sem ter que sair. No entanto, compreendo alguns problemas dos Jovens que t~em dificuldades em se afirmarem no mercado de trabalho.
Acredito , muio sinceramente, que vençeremos a crise.
Um grande abraço

Fernanda Matias
De Nadais a 16 de Junho de 2011 às 23:57
Laurinda:

Deixo aqui este comentário porque gostava de ajudar a corrigir um defeito do «Portugueses Sem Fronteiras». Embora saiba que já será demasiado tarde porque os programas já estão todos gravados.

Há um erro de concepção no programa que o prejudica bastante:
Utilizar canções como música de fundo das entrevistas.
1- A fala dos cantores causa ruído e dificulta a compreensão da fala dos entrevistados.
2- O som da canção de fundo está demasiado alto em relação ao nível do som da voz dos entrevistados e dificulta a compreensão da voz destes.

Boa sorte para todos os seus projectos jornalísticos e outros.

Nadais

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