Sexta-feira, 27 de Maio de 2011
Ricardo Adolfo, Cláudia Cristóvão e Guida Marques Pinto

Portugueses sem fronteiras 4 from AlvesLaurinda on Vimeo.

 

Quarto episódio da série Portugueses Sem Fronteiras. Mais portugueses com talento a viver e trabalhar dentro e fora de Portugal. O Ricardo Adolfo é escritor e publica cá; a Cláudia Cristóvão é artista visual e já representou Portugal; a Guida Marques Pinto é arquitecta e embora trabalhe num dos melhores e maiores ateliers de arquitectura de causas do mundo (Pollard Thomas Edwards) também tem dois projectos em Portugal. Semana após semana vamos percebendo quem são e o que fazem estes portugueses sem fronteiras. Espero que gostem da novidade discursiva de cada um e da naturalidade e espontaneidade com que todos falam do que fazem e do que gostam. Adorei este casal de artistas que vive em Amsterdão e adorei ficar a conhecer os fundamentos da arquitectura de causas.

publicado por Laurinda Alves às 00:46
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16 comentários:
De ana fontes a 27 de Maio de 2011 às 01:17
Olá Laurinda. Desculpe a sinceridade, mas estes programas perdem muito pela fraca qualidade no som e pela música que colocam no fundo que ainda impossibilita mais a percepção. Muitas vezes não percebo as suas questões, pois parece falar com os lábios cerrados. As pessoas são interessantes, mas transpareceu muita falta de empatia entre a Cláudia Cristóvão e a Laurinda. Não sei porquê!?! Pareceu-me. De qualquer modo vou aguardar para ver o próximo, a ver se melhora.
:)
De Laurinda Alves a 27 de Maio de 2011 às 09:24
Ana concordo inteiramente consigo relativamente ao som e música de fundo excessivamente alta. Mais do que um sofrimento é uma dor que dói mesmo, porque ainda por cima trata-se de uma questão técnica de captação de sons e ruídos que não me coube a mim controlar nem orientar ou supervisionar justamente por não ser esse o meu métier. Coube-me confiar, apenas, mas a coisa correu mesmo mal e só no fim, na mesa de montagem, nos apercebemos todos desse gravíssimo problema que corre ao longo da série, com mais ou menos acidentes. Como não era possível refazer todas as viagens e re-gravar todas as entrevistas, os profissionais de som e pós-produção audio da Índigo tentaram o impossível, que era resgatar o som e abafar os ruídos. Ou seja, tudo o que vamos ouvir ao longo da série é um som tratado e resgatado. Foi dramático? Foi. Muito. Deu para sofrer imenso ao longo dos meses de montagem, edição e pós-produção, e dá agora para continuar a sofrer com os programas no ar. Mas também foi (e está a ser) uma lição. A má qualidade deve-se à falta de profissionalismo do técnico que me foi atribuído para esse trabalho (nunca direi o nome dele, mas quem sabe do que falo, sabe de quem falo) e a minha única saída é nunca mais voltar a trabalhar com ele nem com pessoas tecnicamente impreparadas. Quanto à empatia entre mim e a Cláudia Cristóvão, discordo radicalmente, não me leve a mal. Gostei muito dela e senti que entre nós houve essa mesma empatia que permitiu que uma pessoa reservada e tímida como ela, que não gosta de aparecer nem de se expôr (apenas gosta de expôr a sua arte e o seu tranbalho) falasse de si, sobre aquilo em que acredita, sobre a vida e até sobre o amor. Obrigada pela sinceridade. Um abraço e espero que não desista. Também espero que nunca passe pela situação de trabalhar em equipa e sentir que por haver um elemento menos profissional nessa mesma equipa todo o seu trabalho (e o dos outros)fica comprometido.
De Ana Fontes a 27 de Maio de 2011 às 11:10
Obrigada Laurinda.
De facto é inadmissível contratar uma pessoa incompetente num trabalho desta natureza.
Um abraço.
De cristina silva a 27 de Maio de 2011 às 13:18
Desculpe a sinceridade mas a entrevista com a arquitecta foi recheada de demagogia, e revela uma profissional mal formada. Arquitectura de causas? Melhor gabinete do mundo em arquitectura de causas? Laurinda, faça um trabalho mais´profundo de investigação quando entrevista as pessoas. É que o problema é que me deixa 'desconfiada' relativamente aos conteúdos de outras entrevistas.
De Laurinda Alves a 29 de Maio de 2011 às 10:38
Cristina, realmente para quem desconfia tudo é motivo de desconfiança, mas uma vez que desconfia gostava de saber exactamente o que a leva a desconfiar, pois mais do que um comentário ou uma opinião, o que a Cristina faz é uma insinuação e é muito grave levantar uma suspeita geral sobre mim e sobre os meus entrevistados sem precisar exactamente onde está ou esteve a leviandade que aponta. Por isso faça o favor de ser concreta e rigorosa, uma vez que ofende uma das minhas entrevistadas (por sinal uma pessoa muito competente, sem presunção e com muita convicção, muito clara na maneira como expõe as questões associadas à chamada 'arquitectura de causas'), ofende toda uma equipa de profissionais que trabalham na PET (Pollards..), ofende-me a mim por desconfiar do meu trabalho, ofende a minha produtora editorial e de conteúdos e, finalmente, ofende todos os entrevistados da série justamente por desconfiar à partida de tudo e de todos. Não me leve a mal a sinceridade, também, mas não posso deixar de estranhar tanta ofensa e desconfiança a partir de um episódio em que uma arquitecta fala das suas motivações, da sua experiência, dos traços que marcam e distinguem a 'arquitectura de causas' e da proximidade entre quem arquitecta e quem vive as casas. Por mais que procure, não encontro demagogia nas palavras da Guida Marques Pinto, muito pelo contrário, o que vi, o que visitei e fiquei a conhecer através dela foi um bairro vitoriano inteiramente reconstruido e concebido a pensar nos moradores, onde a inclusão social é uma realidade-real (passe a redundância, mas é para sublinhar um facto) e onde o impacto a chamada 'arquitectura de causas' é muito evidente e conferível até para leigos como eu. Não espero convencê-la de nada nem espero que concorde comigo (não faço questão, aliás!), mas espero que respeite as fronteiras da ética e que não lance mais suspeitas sem as fundamentar. Cumprimentos.
De cristina silva a 29 de Maio de 2011 às 13:34
Laurinda, realmente tenho que lhe pedir desculpa pelo tom do comentário, e agradecer-lhe, não o ter levado em conta ao ponto de ter tido a generosidade em me responder. O comentário é injusto pela generalização e abstracção e faz de mim uma pessoa que não corresponde à realidade: pois eu acredito! Sou sua leitora desde o tempo da xis, e vejo com curiosidade este seu programa.
Vou então tentar ser mais objectiva e clara no que queria dizer. ‘Arquitectura de causas’ a que a arquitecta se refere é a já muito antiga e conhecida "arquitectura social". Da qual, aliás Portugal teve grandes exemplos como o pioneiro SAAL pós 25 de Abril, com o envolvimento participativo e efectivo das organizações dos futuros moradores no processo de projectar, e não através de uma idealização intelectual de um cliente, que se é social, é abstracto e de difícil de concretização, como se se tratasse de uma personagem teatral ou fílmica! O que me irrita particularmente é agora chamar-se 'arquitectura de causas' para ganhar direito de antena e protagonismo. Porque podemos ir mais fundo na arquitectura social e veja-se o que o arquitecto David Adjaye (inglês e com uma exposição em Portugal neste momento sobre o tema) tem tentado fazer para chamar a atenção para os problemas reais da habitação em Àfrica, ou o trabalho que o arquitecto Alejandro Aravena no Chile, ou o que os arquitectos sem fronteiras tentam fazer em países do terceiro mundo, e mais uma série de experiências que se estão a desenvolver um pouco em todo o mundo para a construção de abrigos facilmente implementáveis em zonas que tenham sofrido catástrofes, entre outros tantos exemplos que se poderiam enumerar.
Ora, parece-me que se a arquitecta tivesse o conhecimento profundo do passado do seu país, ou estivesse atenta à realidade que a envolve, seria mais humilde ao explicar o seu trabalho. Ao qual não retiro valor, e será com certeza muito competente no seu âmbito de acção, mas que é preciso ser contextualizado antes de o adjectivar com grandes frases, que facilmente fazem parangonas de jornais. Porque a recuperação de um bairro vitoriano em Inglaterra, com a intervenção de uma artista, que pede às crianças para imprimirem as suas mãos em blocos para que de uma forma muito literal se sintam fazer parte de um sítio, as quais felizmente têm o poder económico para ali se manterem a viver, parece-me mais um exemplo de arquitectura social que de causas. Espero ter sido mais clara e mais uma vez peço-lhe desculpa pelo tom do comentário.
De Laurinda Alves a 29 de Maio de 2011 às 14:07
Cristina, muito obrigada por expôr os seus pontos de vista e contextualizar a sua opinião. Não me faz confusão nenhuma a discordância ou divergência de ideias, muito pelo contrário! Daí, também, o meu agradecimento. Quanto à entrevista e entrevistada, não posso deixar de sublinhar que o facto de cada um dos meus entrevistados só ter direito a apenas a 8´de tempo de antena (digamos assim), faz com que a longa conversa que gravamos tenha que ser reduzida ao essencial e é nesta síntese que muita coisa importante escapa. Ou seja, a culpa do não enquadramento (ou enquadramento insuficiente e porventura equívoco) da arquitectura social e do histórico no nosso país não é dela, é 'minha' no sentido em que o formato do programa só comporta os tais 8' x 3. Esse foi o tempo destinado a cada um dos entrevistados, depois de o director de programas da RTP ter pedido que eu entrevistasse 3 pessoas de 3 áreas e países diferentes em cada programa de 25'. Espero que compreenda estas condicionantes que acabam por interferir na narrativa e até nos critérios editorais. Em todo o caso apreciei muito o seu gesto de se dar ao trabalho de contextualizar o comentário anterior e espero sinceramente que eu também tenha sido capaz de explicar os limites de um programa com esta vocação. Um abraço e continuamos em contacto.
De cristina silva a 29 de Maio de 2011 às 14:50
Compreendo perfeitamente as 'limitações' que impõem seu trabalho. E admiro muito o facto de ser efectivamente verdade que aceite opiniões contrárias. Continuaremos em contacto, sim; mas desta vez sem equívocos injustificados da minha parte. Obrigada
De Guida a 29 de Maio de 2011 às 17:28
Olá Cristina

Obrigada pelo seu comentário. Concordo com muito do que diz nomeadamente que o Old Royal Free Square é Arquitectura Social. Arquitectura de Causas é mais abrangente porque inclui Arquitectura de Emergência, na qual também trabalho, mas não tive tempo de falar. Concordo também que, vendo apenas as mãos impressas nos blocos lhe pareça literal, mas o gradeamento é muito mais do que isso, embora essas imagens não apareçam dado o curto tempo para cada convidado, como a Laurinda explicou.Tenho pena que tenha pensado que quis ganhar protagonismo ou tempo de antena. Não sou em nada melhor que tantos outros arquitectos que trabalham na mesma área. Tenho é que agradecer o que tenho aprendido no meu atelier e com o método inglês de cruzamento de interesses dos meus clientes, comunidades, consultores, instituições governamentais e académicas, para que um dia talvez possa ajudar o meu país com o que de melhor se faz por cá e juntar ao que de tão bom se faz aí. Com colegas portugueses de muito valor respeitando o grande passado que refere- e que curiosamente tenho estudado mais cá do que durante os anos que aí vivi. Penso que ficou claro no programa a minha grande admiração pela nossa Arquitectura.
De qualquer forma, terei todo o gosto em esclarecer o que interpretou como demagogia, num tempo que passe 8 minutos. O meu mail é guidamarquespinto@hotmail.com

Obrigada
Guida

De cristina silva a 30 de Maio de 2011 às 15:39
Guida,
quando falo em protagonismo e direito de antena, acredite que não a estava a referir-me a si. Até porque nem sei como chegaram até si, se a Guida se candidatou ou se a produção teve conhecimento da sua actividade. Também isso não é nada importante. Queria antes, referir-me às 'manobras' que muitas vezes a comunicação social usa para trazer para a luz do dia, ou melhor dos spots, assuntos antigos e interessantes, mas que têm de ser revestidos com nouvas roupagens, para que prendam a atenção do público. E também sei que isso não é culpa deste programa da Laurinda Alves, faz parte de um maior estado de coisas, mas que eu às vezes penso, se calhar ingenuamente, que se pode tentar alterar.
Quanto ao resto acho que já todas nós percebemos no essencial, as posições de cada uma, e as 'suas circunstâncias'. E a Guida sabe bem que em Arquitectura, provavelmente como noutras actividades, o caminho se faz caminhando... e cada um trilha o seu. De qualquer forma, deixo-lhe o meu mail, sinceramente acho que já não vale a pena pisar neste assunto, mas se algum dia simplesmente se lembrar aqui fica cristinaemiliaarq@gmail.com.
De qualquer forma, acho que foi uma troca de argumentos enriquecedora.
Obrigada
Cristina
De Isabel O. a 27 de Maio de 2011 às 19:46
Olá L
Li o comentário anterior e quase que desisti de escrever, pois tenho apreço por si (venho aqui todos os dias) e não queria estar "a bater no ceguinho".
Mas olhe, mais do que o som das entrevistas propriamente ditas, o que me afligiu no programa de ontem ... e no "Iniciativas" tb do Canal 2), ou "No Querido Mudei a Casa", só para citar mais dois exemplos, é a obsessão juvenil da banda sonora em inglês (amiúde bem alta, como ontem quando a Guida Pinto falava junto a um portão). Com tanto tipo de música (e não é preciso aquela de elevador de hotel...) porque estamos sempre a ouvir o mesmo na televisão, na farmácia (juro que ontem era essa a banda sonora da minha) ou numa loja de bricolage?
Ainda por cima em programas que, muitas vezes, não tem como público-alvo os consumidores desse tipo de som. Ou seja prevalece o gosto pessoal dos mocinhos das produtoras e os clientes das mesmas vão atrás porque é chato não ser moderninho e jovem ...
Pronto, já disse. Não fique aborrecida que isto não é nada de pessoal (com um filho a tocar música clássica, já fez um bom trabalho em prol do mundo).
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Olá L <BR>Li o comentário anterior e quase que desisti de escrever, pois tenho apreço por si (venho aqui todos os dias) e não queria estar "a bater no ceguinho". <BR>Mas olhe, mais do que o som das entrevistas propriamente ditas, o que me afligiu no programa de ontem ... e no "Iniciativas" tb do Canal 2), ou "No Querido Mudei a Casa", só para citar mais dois exemplos, é a obsessão juvenil da banda sonora em inglês (amiúde bem alta, como ontem quando a Guida Pinto falava junto a um portão). Com tanto tipo de música (e não é preciso aquela de elevador de hotel...) porque estamos sempre a ouvir o mesmo na televisão, na farmácia (juro que ontem era essa a banda sonora da minha) ou numa loja de bricolage? <BR>Ainda por cima em programas que, muitas vezes, não tem como público-alvo os consumidores desse tipo de som. Ou seja prevalece o gosto pessoal dos mocinhos das produtoras e os clientes das mesmas vão atrás porque é chato não ser moderninho e jovem ... <BR>Pronto, já disse. Não fique aborrecida que isto não é nada de pessoal (com um filho a tocar música clássica, já fez um bom trabalho em prol do mundo). <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Bjnho</A>
De hajahoje a 27 de Maio de 2011 às 22:16
Como espectador.

A captação de som, mais uma vez, é muito franca (não percebi se a arqª Guida Pinto, tem na voz, de facto, um suprar sibilino...).
A montagem sonora, idem.
A música selecionada, não tem em conta que fazem entrevistas, não se trata de um video musical rock...
As imagens com ritmo demasiado acelerado, querendo mostrar dinamismo, irritam.

E agora? se tudo está feito, não há remédio...
Pela resposta que deu parece que sim.
Amadorismo? Prova-se que bom jornalismo, para o ser, tem de ter a técnica comunicacional ao mesmo nível.
Castro



De Anad a 28 de Maio de 2011 às 21:36
Eu discordo de todos os comentários que têm sido feitos sobre os filmes. Este último está óptimo e é completamente perceptível . Adoro a cor, a escolha das pessoas, as questões que são colocadas, a realização e acho que é completamente original e contemporânea a forma como são filmadas as pessoas e os lugares. Ouve-se os sons do quotidiano, há uma banda sonora que condiz com os conteúdos: jovens, num país diferente da sua pátria que falam outra língua nos seus locais de trabalho e ouvem outra música. Estou a adorar os filmes e estou a ficar com uma visão global da acção dos portugueses e portuguesas no mundo. Parabéns Laurinda, como dizia Duchamp a obra de arte completa-se com o público, pois cada um pode fazer várias leituras e com estes filmes acontece o mesmo, a leitura que eu faço deste trabalho é original, contemporânea. Gosto. E acredite que nem sempre concordo com uma ou outra das suas opiniões, mas estes filmes são mesmo bons.
Anad
De George Sand a 29 de Maio de 2011 às 00:57
Olá Laurinda Alves. Venho deixar-lhe aqui este desafio literário que outros bloguers também já me fizeram, para o caso de achar interessante e divertido participar.

http://chezgeorgesand.blogspot.com/2011/05/desafio-literario.html
De Jorge Martins a 26 de Junho de 2011 às 04:11
Laurinda apenas alguns pontos a acrescentar à já extensa mas interessante ‘discussão’:

Depois de tanto se discutir a ‘aclamada’ vaga de emigração qualificada, e de se ter abordado a questão invariavelmente da forma errada, é no mínimo de salutar que se procurem pessoas obviamente jovens mas com percursos significantes.

Por exemplo a forma leviana (palavra que uso para evitar outra adjectivação) como a proclamada fundação Calouste Gulbenkian subsidiou o documentário ‘Migrações, um retrato do nomadismo contemporâneo’ que, perdoem-me a expressão e agradecia que vissem, apelidaria de ‘jantar de palermas’. Nem sequer falarei da obsoleta e desapropriada ‘Star Tracker Network’, responsável pelo mencionado documentário.
Outro exemplo seria um programa semelhante feito anteriormente que não elucida sobre qualquer aspecto abordado e é manifestamente fraco como programa com ambições a guia turístico. Não quero com isto que pensem que aqui escrevo apenas com contornos de escárnio mas precisamente o contrário.

Quanto à entrevista não me incomodam tanto os aspectos técnicos mas não sou apologista deste género de corrente do jornalismo contemporâneo onde o entrevistador divide o protagonismo com o entrevistado, não deixando de ser, no entanto, diligente.
Confesso ainda que não posso concordar com a forma deselegante como 'desfez' o técnico de som que sim, poderá ter sido pouco profissional, assim como eu poderia comparar mais uma vez a sua competência à competência administrativa de um ‘diligente’ funcionário das finanças.
Apto mas que raramente produz exemplos de excepção. Ainda assim os meus parabéns.
De Jorge Martins a 26 de Junho de 2011 às 12:06
Laurinda,

Peço-lhe que ignore o ultimo paragrafo do meu comentário. Acho que fui excessivo, talvez pelo adiantado da hora, e não corresponde inteiramente à minha opinião.
Percebo a dificuldade que entrevistas nestes moldes possam suscitar. Tudo o resto que escrevi anteriormente parece-me mais significativo. Cumprimentos.

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