Quinta-feira, 19 de Maio de 2011
Mais três portugueses sem fronteiras, esta noite!

Genérico Portugueses sem fronteiras from AlvesLaurinda on Vimeo.

 

Os meus entrevistados desta noite no programa Portugueses Sem Fronteiras são a Cristiana Miranda, realizadora (Londres), o Filipe Santos, professor e coordenador da área de Empreendedorismo Social no INSEAD (Fontainebleau, Paris) e a Bárbara Cruz, professora de Yoga (Amsterdão). Se puderem não deixem de ver! Adoro este programa de hoje porque não tem problemas de som, mas acima de tudo porque mais uma vez o mix de personalidades e actividades é fascinante. O plus do programa de hoje, para mim, é poder voltar à universidade, ao campus do INSEAD onde fiz o curso ISEP. Que saudades! Ah! Tenho-me esquecido de sublinhar o facto de ter uma nova tag à direita do ecran neste blog (mesmo aqui ao lado e ligeiramente acima, se olharem agora) onde vão ficando guardados e bem arrumados todos os episódios da série. Quem não os pode ver no ar às quintas a partir das 23:30/40 nem às sextas a partir das 19:15/30 na RTP2, pode sempre vê-los aqui no blog ou no facebook e multiplicar os links enviando-os a quem achar que gosta de ver este tipo de entrevistas e testemunhos positivos que revelam a marca portuguesa no mundo.

publicado por Laurinda Alves às 12:15
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3 comentários:
De Susana Brás a 19 de Maio de 2011 às 20:49
Olá

Queria dizer-lhe para não se preocupar tanto com o som, que não é perfeito mas está no programa perfeito. Dá-lhe graça e até chega a ficar bem com os planos das imagens que são óptimos e com a cadencia do programa que adoro. Só tenho pena de não aparecer a sua imagem de vez em quando porque tem uma voz já muito familiar e ficamos à espera que a voz apareça com gente dentro. Parabéns.
De Laurinda Alves a 20 de Maio de 2011 às 08:13
Obrigada, Susana. Fico mesmo muito contente com o que escreveu. Quanto a só aparecer a minha voz, foi uma opção estratégica pois nesta série de programas queria dar todo o protagonismo aos entrevistados por se tratar de pessoas desconhecidas da generalidade dos portugueses e por só poder usar cerca de 8' para revelar cada um nos seus talentos e maneira de ser. Talvez numa próxima série eu reveja este conceito porque concordo que por vezes é natural haver uma imagem em que estou com a pessoa com quem estou a falar (e a rir, tantas vezes). Nesta série confesso que gosto muito mais de não aparecer, para que toda a nossa atenção esteja exclusivamente focada em cada um dos entrevistados que, aqui entre nós, são todos extraordinários! Um abraço para si!
De George Sand a 23 de Maio de 2011 às 10:40
Laurinda,

pelo que assisto, pessoas não lhe vão faltar para entrevistar, pelo menos nos próximos anos, largos, ao ritmo a que os jovens estão a sair do país. E, cada vez mais novos. A noção de pátria é a que lhes incutiram: um vasto território mais ou menos ambíguo, pelo que, dificilmente voltarão, caso tenham melhores oportunidades lá fora. Falo por mim. A minha filha vai estudar para Inglaterra, a pedido dela, com apenas 16 anos, para tentar depois entrar numa das universidades que pretende. Depois será o mercado de trabalho a ditar as regras. Porque aqui, segundo ela, não se vai "passar nada de interessante nos próximos anos"...

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