Quinta-feira, 12 de Maio de 2011
Penúltimo dia de Retiro Aberto com o pe Tolentino

 

Hoje é o penúltimo dos 4 dias de Retiro Aberto orientados pelo pe Tolentino Mendonça no Mosteiro das Monjas Dominicanas, entre Telheiras e o Lumiar. Tenho ido todos os fins de tarde ouvir a conferência do pe Tolentino, seguida de meia hora de silêncio e meditação (ou simples contemplação), mais uma missa celebrada na capela do Mosteiro.

 

 

Ontem fui de boleia com a Ana Maria Bénard da Costa e o Alberto Vaz da Silva, dois grandes amigos que tenho em comum com o pe Tolentino. As monjas Dominicanas acolhem-nos todos os dias entre as 18h e as 20h nos jardins, que são lindos e estão impecavelmente bem tratados. A variedade de flores e a quantidade de árvores deste lugar sagrado são uma beleza e contrastam com o aglomerado de prédios construídos à volta e fora dos muros do Mosteiro.

  

 

Tolentino Mendonça falou sobre a alegria partindo de uma interrogação inaugural: "temos que nos perguntar pela alegria, como anda a nossa alegria?". Dissertou longamente sobre a alegria cristã e explicou que não se trata de um consolo emocional, mas de uma arte de ser com verdade, bondade e beleza. Recordou Nietzsche quando este disse que "o cristianismo seria mais credível se os cristãos parecessem mais alegres" e sublinhou que o pior são os moralismos, as intransigências e tudo aquilo que nos traz ansiedade e amargura, ou nos impede de aceder à alegria autêntica. E citou Kierkegaard: "a angústia é o nosso veneno mortal".

 

  

Estes dias de Retiro Aberto têm sido um enorme privilégio para crentes e não crentes, pois o pe Tolentino abre as suas conferências a uns e outros e deixa-nos a todos infinitamente mais próximos. Estas conferências são de entrada livre e como acabam amanhã não queria deixar de chamar a atenção para os últimos fins de tarde neste sítio maravilhoso onde o tempo parece ter outro tempo.

 

 

As portas do Mosteiro estão abertas a quem quiser aparecer, basta chegar e entrar. As monjas Dominicanas moram entre Telheiras e o Lumiar, no cimo da Av. Rainha Dona Amélia. Quem quiser ir tem que atravessar a Praceta Rainha Dona Filipa e sair pela direita, por detrás dos prédios. Não é nada evidente, mas uma vez aprendido o caminho nunca mais se esquece! Esta noite os crentes estão de olhos virados para Fátima e, por isso, não quero distrair ninguém com o lembrete dos meus programas, mas quem quiser vê-los na televisão, pode fazê-lo esta noite pelas 23:30 ou amanhã a partir das 19:30, sempre na RTP 2. De qualquer das formas amanhã o segundo episódio vai estar aqui no blog, no Vimeo, no Facebook e no Youtube.  

publicado por Laurinda Alves às 01:34
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3 comentários:
De concha a 12 de Maio de 2011 às 11:22
Obrigada pela informação.
Já disse a uma amiga , que provavelmente irá.
Beijinho
De mafalda a 12 de Maio de 2011 às 16:40
Acho que já fui aí a uns encontros de jovens qdo andava na faculdade. Eram orientados pelo Frei Bento Domingues, e terminavam com a celebração de missa no final da tarde. Será? Já lá vão uns bons aninhos.
Abraço mafalda
De Joana Freudenthal a 12 de Maio de 2011 às 17:17
Que pena não ter sabido a tempo de ir desde o início...

Sendo assim, vou a Fátima.

Bjs

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