Terça-feira, 12 de Abril de 2011
Não percebo o Fernando Nobre

 

Não percebo o que é que mudou em Fernando Nobre para aceitar ser cabeça de lista do PSD por Lisboa. Sinceramente ainda percebo menos porque é que um homem com o seu perfil e estatura moral se propõe desperdiçar o melhor do seu tempo na gestão política-partidária-burocrática-administrativa-logística da Assembleia da República e dos deputados. 

publicado por Laurinda Alves às 16:27
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11 comentários:
De Maria João Oliveira a 14 de Abril de 2011 às 00:55
João Nuno, como poderei visitar o seu blogue? Gostava de ler o seu post sobre o estado em que Portugal se encontra, a nível político.
Obrigada, desde já.
Cordiais saudações.
Maria João Oliveira
De Anónimo a 14 de Abril de 2011 às 20:19
Maria João Oliveira, boa noite. Vi hoje que me deixou aqui no cantinho da Laurinda esta pergunta.
O blogue é http://joaonunomb.spaceblog.com.br
O post foi um simples desabafo de quatro ou cinco linhas...neste cansaço e agitação que a política nos causa. Obrigado e um abraço de bom fim-de-semana.
João Nuno

(Laurinda, espero que não leve a mal ter respondido aqui no seu espaço;))
De Maria João Oliveira a 18 de Abril de 2011 às 19:01
Antes de mais nada, peço desculpa à nossa Amiga Laurinda Alves, por utilizar este seu espaço, para responder ao João Nuno. É que, infelizmente, não pude comentar no blogue "Manta de Retalhos", onde também não consigo ler os textos, na íntegra (aparecem-me aqui, cortados, no écran). E também porque sou, ainda, um pouco "anetfabeta", já não consigo descobrir o artigo que o João Nuno escreveu sobre a difícil situação em que o nosso pobre país se encontra. Contudo, já o tinha lido, há alguns dias, e subscrevo na íntegra, as suas palavras.
Tive o prazer de encontrar, neste espaço, o João Nuno e não o quero perder de vista. Portugal precisa, mais do que nunca, de pessoas que tenham uma grande capacidade de dádiva e de sacrifício.

João Nuno, conheço a Casa de Saúde do Telhal, embora não a visite, há longos anos (o Carlos de Oliveira, meu marido, foi Irmão de S. João de Deus, no Telhal). Admiro muito a Ordem Hospitaleira de S. João de Deus e os Irmãos e Irmãs que, da contemplação, no alto do Tabor, descem à vida de todos os dias, ao drama do asfalto, cicatrizando feridas do corpo e da alma, numa época que cultiva a indiferença. E a indiferença mata. Mais do que nunca, fazem falta pessoas de "muitas mãos que se estendam (...) para a dor dos outros", como nos diz Maria Teresa Maia Gonzalez, no seu comovente livro "Os pés que anunciam a Paz".
Muito obrigada, Laurinda, pela possibilidade que me deu de contactar o João Nuno, por este meio.
Um grande abraço para si, assim como para o João Nuno e sua MÃE (ela tem um sorriso lindo!).
Maria João Oliveira

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