Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
E eu não tenho palavras para dizer o quanto hoje agradeço

 

Uma inscrição no tecto, uma parede branca e um pedaço de céu. Tudo isto à entrada de Serralves, onde está uma exposição sobre arte e protesto. Tirei esta fotografia durante o fim-de-semana, quando fui almoçar a Serralves. Uso-a hoje por ser um dia em que também eu não tenho palavras para agradecer duas vidas especiais na minha vida. Embora seja um dia que ficou dolorosamente marcado para sempre, não posso deixar de o viver com este sentimento de gratidão. Uma dessas vidas é da minha mãe, que há precisamente um ano foi internada entre a vida e a morte, mas está outra vez bem. A outra é a de alguém que faz muita, muita falta, mas deixou marcas indeléveis e, como diz Sto Agostinho, permanece vivo no coração dos que amou, e o amaram.

 

P.S.: Subverti radicalmente o sentido desta inscrição, que é de ódio e protesto, notem. Mas gosto da ideia de o poder fazer, até pelo pedaço de céu e pela pureza do branco da parede ao alto. Digamos que recriei o meu próprio graffiti convertendo o negativo em positivo.

publicado por Laurinda Alves às 12:13
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