Gostei muito de ver algumas peças de algumas galerias na Feira de Arte de Lisboa. Em cima, uma escultura em escala humana de João Castro Silva, pousada em frente de um quadro/desenho de João Vaz de Carvalho.
Sou bastante parcial no que toca à pintura e desenhos do Pedro Proença (pormenor de um quadro, em cima) e do Pedro Calapez (foto de baixo), pois são dois dos meus artistas preferidos há anos sem fim. Desde que começaram a pintar, mesmo.
Este quadro invulgar do Diogo Guerra Pinto, representando uma muleta, foi logo vendido. De facto é forte e fica-se preso a ele. Não sei se pelo insólito da figuração, se pela maneira como ele usou o preto-branco-e-cinzento nesta tela. também não sou imparcial, porque gosto muito da sua pintura e dos seus carvões.
Sou fã das fotografias e obra de Helena Almeida e se pudesse ter feito uma extravagância nesta edição da Feira de Arte de Lisboa, teria comprado esta fotografa enorme, muito bela e muito profunda. Um abraço de um homem, que também se deixa abraçar. Muito forte e de uma depuração gráfica maravilhosa que a escala gigante amplia. Adorei.
Noutra linha, noutra escala e com outro detalhe, este e outros insectos também me fascinaram.
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