Esta noite adormeço contente por ser a véspera do lançamento do FUNDO BEM COMUM, um fundo a ser gerido por uma sociedade de capital de risco e que visa promover e apoiar projectos empresariais de desempregados ou pré reformados com mais de 40 anos. "Trata-se de um projecto promovido pela ACEGE, estruturado pela Mckinsey e que se tornou possível graças ao apoio do Banco Espirito Santo, do Grupo José de Mello, da Caixa Geral de Depósitos, do Grupo Santander e do Montepio Geral".
António Pinto Leite, da ACEGE, (d)escreve melhor que eu o espírito deste FUNDO BEM COMUM, que acho uma iniciativa notável e vai permitir a muitas pessoas começar a ver luz ao fundo deste túnel longo e sombrio da crise financeira nacional e mundial.
"Não aceitamos que o desencanto e a solidão se apoderem de quantos estão a ser atingidos pela crise. Recusamos que tanta gente com tanto para dar ao nosso país seja desaproveitada e esquecida. Desafiamos quantos caíram no desemprego a reagir. Pretendemos que, com o nosso apoio, recusem pôr um ponto final na sua vida profissional e empresarial.
O sucesso deste projecto passa pelo amor ao próximo que o inspira, pela solidariedade empresarial que o torna possível, pelo profissionalismo da equipa que o vai gerir e pelo envolvimento de cada um de nós, motivando a adesão daqueles que estão em maiores dificuldades e disponibilizando-se para colaborar no acompanhamento dos novos projectos de investimento."
Vou passar a manhã na sede da CGD a ouvir o painel de oradores que se junta para lançar e divulgar este FUNDO BEM COMUM. Filipe Santos, que foi meu professor em Fontainebleau é o coordenador do departamento de Empreendedorismo Social do INSEAD que é, como se sabe, uma school business e uma das melhores universidades do mundo. Vai ser uma manhã em cheio e sabe-me bem fazer uma pausa nesta saga das mudanças.
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