Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010
A vibração dos artistas de rua
Há muito tempo que não publicava nenhum vídeo feito por mim neste blog e hoje tentei fazer o upload de uma pequena gravação que fiz em NY, numa esquina da 7ª Avenida, onde este homem toca bateria usando apenas baldes vazios, latas e panelas. A sua música ouve-se em vários quarteirões e confesso que sempre que ouvia tocar parava para ver. Gostei da sua energia, da sua vibração e da sua capacidade de fazer música a partir de baldes de lixo, panelas e tampas. Percebi que ele tem um site e já vi outros vídeos dele. Aqui fica o link: http://tonypotsandpans.com/default.aspx
P.S.: Não sei o que aconteceu, mas o vídeo ficou de cabeça para o lado. Vou pedir ajuda à Jonas do Sapo!
De micaela a 9 de Outubro de 2010 às 01:38
A vida das grandes cidades é fascinante. pelo movimento, pelos sons, pela luz.
os artistas de rua dão o seu contributo importante . Eles dão uma imensa imagem e importancia á cidade onde estão.
estou a lembrar-me de barcelona. las ramblas com imensas estatuas humanas. sem eles,podia viver é certo mas não era a mesma coisa.Eles reflectem a cultura, o civismo,do pais onde estao.Da mesma forma, que faz parte conhecer uma cidade, é visitar um mercado.
Que graça! E se passássemos todos a estar assim? A ver o mundo desse ângulo? Descobriríamos coisas mais interessantes e coloridas?
De Alexandra Silva a 9 de Outubro de 2010 às 17:40
AMEI a energia, a fluidez, o ritmo!
...obrigado pela sua gentil resposta ao meu singelo comentário. Incentivou-me para pôr de lado a "vergonha" e a preguiça e fazê-lo mais vezes.
De Carlos Manuel Lopes da Silva a 11 de Outubro de 2010 às 14:05
Apesar de, infelizmente, não poder ver o video aqui no meu local de trabalho (já que o Youtube, o Facebook e outros sites interessantes são "censurados"...) sei a que se refere e já vi/ouvi ao vivo em NY.
É espantoso e não vou querer perder este video que a Laurinda publica (em casa não há censura, lol).
Se a memória não me atraiçoa, este artista de rua tem um fiel companheiro de 4 patas e, se assim for, faz-me lembrar o livro que terminei ontem: "Timbuktu", de Paul Auster e que me foi aconselhado por alguém precisamente aqui no blog.
Gostaria de partilhar que este livro é uma delícia mas, não me envergonho de dizer, me fez chorar.
Em toda a minha vida só houve outro livro que me fez chorar e era igualmente sobre animais (neste caso, sobre um cachorrinho). Foi o "Marley e Eu".
Peço desculpa pelo à parte mas por me ter marcado tanto ao ponto de me fazer chorar e de hoje já me ter lembrado dele várias vezes (até neste post!), tive necessidade de partilhar.
Também porque sei que a Laurinda é sensível e creio que compreenderá.
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