Volto a publicar esta fotografia, de que gosto particularmente, por duas razões: primeiro, porque esta semana de férias está, já à partida, marcada por acontecimentos importantes e felizes, mas também dúvidas inquietantes que me fazem ficar radicalmente ausente do blog (e até do país); segundo porque li esta leitura na sequência do breve mas intenso diálogo com a Cristina Martins a propósito da morte do seu pai, e gosto particularmente desta passagem do Livro do Eclesiastes. Aqui fica. Volto na próxima semana e espero voltar com boas notícias. Por enquanto fico mais um par de dias por aqui.
(...)
Que proveito pode tirar o homem de todo o esforço que faz debaixo do Sol?
Uma geração passa, outra vem; e a terra permanece sempre.
O Sol nasce e o Sol põe-se e visa o ponto donde volta a despontar.
O vento vai em direcção ao sul, depois ruma ao norte;
e gira, torna a girar e passa,
e recomeça as suas idas e vindas.
Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche.
Para onde sempre correram, continuam os rios a correr.
Todas as palavras estão gastas, o homem não consegue já dizê-las.
A vista não se sacia com o que vê, nem o ouvido se contenta com o que ouve.
Aquilo que foi é aquilo que será;
aquilo que foi feito, há-de voltar a fazer-se:
e nada há de novo debaixo do Sol!
Se de alguma coisa alguém diz: «Eis aí algo de novo!»,
ela já existia nas eras que nos precederam.
(...)
P.S.: Este post fica com um abraço especial para a Cristina Martins por umas razões, e para o Marcolino por outras.
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