Passei a correr por uma rua onde o tempo parecia ter outro tempo, ampliado pelo silêncio dos homens concentrados nas peças e movimentos de tabuleiro, e abrandei imediatamente o passo. Fiquei ali a vê-los pensar, pensar, hesitar, e depois arriscar jogar. Sempre calados, todos exclusivamente focados nas enormes peças de xadrez colocadas num tabuleiro de grandes dimensões, desenhado no chão.
Do lado de lá, a claque silenciosa do jogador de fato cinzento, que disputava a partida ao de casaco verde, sentado do lado de cá. Ninguém disse uma única palavra nem fez o mais vago gesto para não distrair os jogadores. Acompanhei-os durante alguns minutos e tirei fotografias mas nem uns nem outro pareceram dar pela minha presença. Saí discretamente pela esquerda baixa e deixei-os na sua cisma olímpica.
Estes homens e este jogo moram no centro de Amsterdam. Pelo que percebi cada partida de xadrez pode demorar eternidades e, tal como os grandes encontros dos grandes jogadores, arrastar-se durante dias. Acho graça às vidas dos outros...
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