
Duas fotografias quase iguais, com cores quase irreais... esta luz da tarde mata-me.

Curiosamente as luzes estão ao contrário: o céu começava a ficar escuro e as casas também. Saiu assim e eu gostei deste improviso luminoso.
De Joana Freudenthal a 15 de Julho de 2010 às 20:28
:)
O sorriso cúmplice vem do facto de ser uma rua muito tua conhecida, certo?! Beijinhos
De Joana Freudenthal a 16 de Julho de 2010 às 17:38
Vês como sabes?!?!?!
Beijinhos aos molhos
De Mafalda Macedo a 15 de Julho de 2010 às 20:50
Que saudades de Portugal...só ai há essas cores lindas, e fins de tarde assim mágicos. Obrigada por este bom momento.
Mafalda, onde vive? Embora os efeitos de luz e cor destas fotos estejam alterados (a luz era amarela e rasante, de facto, mas na realidade já estava tudo mais escuro), concordo consigo que esta luz de Lisboa é única. Dizem que Istambul tem uma luz muito parecida mas ainda não conheço Istambul e não sei (estou sempre a querer ir lá mas por uma razão ou outra nunca foi possível). Nós, lisboetas, temos este privilégio da luz que os melhores realizadores de cinema têm cobiçado e celebrado... Abraço daqui até onde quer que seja que vive!
De Mafalda Macedo a 16 de Julho de 2010 às 21:31
Olá querida Laurinda. Desde já obrigada pela sua resposta, foi uma óptima surpresa. Estou temporariamente a viver em Digoin , em França, e não lhe posso dizer que não tenha fotografias bonitas do pôr do sol daqui, mas não há nada como essa luz de Lisboa (apesar de ser uma grande fã do Porto). E essas fotografias fizeram-me ter saudades da minha vida aí, do meu Porto, dos cafés ao fim da tarde, de tudo o que óptimo temos aí. E como somos duas a querer conhecer Istambul, fico à espera de saber a sua opinião (onde me encantou o pôr do sol também foi em Milão, mas talvez tenha sido pelas saudades de "vida latina").
Um forte abraço de longe e aproveite muito o fim de semana no Porto
De Paula HF a 15 de Julho de 2010 às 23:14
Extraordinárias fotografias! Viva Lisboa!
Viva Lisboa! Abraço e obrigada pelo elogio tão generoso da sua parte.
Querida Laurinda,
a minha memória é semelhante à de um peixinho dourado e por isso não me recordo se já vim aqui contar isto. No entanto como ao ver estas fotografias me deu uma sensação de eternidade automaticamente lembrei-me do episódio, se volto a contar peço desculpa pela repetição.
Nunca sabemos da eternidade dos nossos actos e aqui há tempos aconteceu que uma senhora num banco ao lado do meu, no comboio, vinha a ler uma Xis (como se esta fosse a revista do dia). Achei engraçado o facto de passados tantos anos ainda encontrar alguém que num local público estivesse a ler uma Xis. Digo num local público porque acredito que haverá muita gente que como eu guardou algumas (muitas, imensas nas palavras da minha mãe q ainda as alberga na sua casa) e que de vez em quando volta a elas. E pronto, era isto :)
bjinhos abraçadnhos
Piquenina
Querida Piquenina, adorei a partilha do momento XIS. Que saudades e que bom saber que certas coisas permanecem para além de nós. A XIS era uma revista de certa forma intemporal e, nesta lógica, a esmagadora maioria dos temas continua actual. É giro, isso. Um abraço enorme, enorme.
De
Mónica a 21 de Julho de 2010 às 14:48
Boa tarde Laurinda! andei ausente destas paragens mas já tinha saudades... Do blog e de si :-)
É sempre bom regressar!!!!
Obrigada por estar sempre aqui a encher-nos de pedaços de luz e obrigada também por esta luz de final de tarde, que também me tira do sério.
beijinho
Mónica
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