Terça-feira, 22 de Junho de 2010
A minha maneira de estar sozinho

Esta fotografia tirada nas Ramblas, em Barcelona, faz-me lembrar os versos de um poema de Alberto Caeiro, um dos heterónimos de Fernando Pessoa de que mais gosto e com o qual mais me identifico.
Não tenho ambições nem desejos.
Ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho.
De
Calimero a 22 de Junho de 2010 às 12:36
Lindo Laurinda...
Também gosto muito de Fernando Pessoa..
Brilhante sem duvida.!!
tão bom quando descobrimos a nossa maneira de estarmos sozinhos....
De isabel mota a 23 de Junho de 2010 às 09:00
Querida Laurinda
Conta... conta-nos como tudo sobre o encontro com Tolentino Mendonça na Gulbenkian. Adorava ter ido... não me foi possível. Fica para a próxima. É sempre um prazer ouvi-lo falar e de silêncio então... deixas-me sempre a pensar, o que só me faz bem, até porque "ginástica neural" é mesmo o que mais preciso... entre os vários caminhos por onde andei acerca de estar sózinha há algo que faz parte de todos eles, conseguir estar só é uma oportunidade de nos rever-mos, de nos encontrar-mos, de apresentarmos propostas a nós próprios... e quando isso acontece, e em silêncio, quando estamos bem connosco... então é, realmente, um privilégio. Beijinhos muito grandes.
Isabel
De Romina Barreto a 29 de Junho de 2010 às 03:10
Absolutamente sublime. Gosto imenso dessa fotografia, pelo que ela me diz e me transmite porque quando uma fotografia fala... não há nada a fazer. Agora, a esta hora e neste dia em particular sabe-me pela vida ler esses versos, que bom!
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