Ontem, ao descer a Rua Garrett, no coração do Chiado, parei para ver a performance de duas artistas de rua, meio acrobáticas-meio bailarinas. Dessincronizadas mas numa harmonia própria das artes performativas em que o corpo é o centro das atenções, cada uma dela fazia movimentos inesperados, súbitos, repentinos, mas ao mesmo tempo extraordinariamente leves e e precisos.
Umas vezes 'jogavam' uma com a outra uma espécie de jogos acrobáticos feitos de movimentos estudados e silenciosos, outras vezes ignoravam-se mutuamente e centravam-se nas pessoas que passavam, atravessando-se literalmente no seu caminho. Deitavam-se no passeio, fingiam-se inanimadas, 'caíam' aos pés dos turistas, impediam a sua passagem e faziam tudo no mesmo silêncio solene e divertido de quem sabe que traz um suplemento de alegria ao dia. Muito bom. Não faço ideia de quem sejam, mas tenho pena. Em simultâneo havia música a tocar alto em colunas pousadas na calçada, e essa música também marcava o ritmo da performance de rua.
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