Ainda sobre o debate das Europeias..

Foi importante o debate alargado a todos os candidatos ao
Parlamento Europeu porque é essencial ficarmos a conhecer
todos os movimentos e partidos e saber o que pensam sobre
as questões da Europa. Teve momentos melhores e piores
mas houve questões em que ficámos mais esclarecidos e
foi possível fazer uma certa pedagogia sobre esta construção
europeia, tão cheia de excessos e de vícios como de virtudes.
No final as senhoras receberam rosas brancas. Gostei muito.
Laurinda,
Mantive-me acordada até ao final do programa porque tinha de torcer por si.
Senti a diferença de perspectivas e a diferença de quem anda na política há muito tempo e de alguém que surge agora com uma postura diferente dos jogos políticos, do trocadilho de palavras que nada abonam no esclarecimento dos cidadãos, sobretudo em matérias que são, muitas vezes, demasiadamente técnicas. A Laurinda mantenha-se assim: genuína, determinada nos seus ideais e transparente porque é dessa massa que se fazem os fortes e se constrói um futuro melhor. Julgo que foi a sua primeira participação televisiva num debate político. Retive a necessidade de dividir para crescer, dos princípios que estiveram na base da criação da comunidade europeia e que, ao longo dos tempos, foram esquecidos em prol de outros interesses e acredito que a Laurinda consiga aproximar a ‘Europa’ dos cidadãos, com a sua simplicidade, com a capacidade de transformar matérias técnicas em informação acessível a todos os cidadãos. Permita-me que lhe diga que o facto de não ser de Direito (e eu sou licenciada em Direito) só abona em seu favor. Tenho para mim que o Direito é muito mais rico do que aquilo em que se tem transformado. O Direito deve acompanhar a dinâmica da realidade social que a todo o momento interpela o Direito solicitando respostas para os problemas que a todo o momento se colocam nos nossos dias. Mas também o Direito, na minha visão, tem sido desvirtuado ao ser reduzido num acervo de leis que cada vez mais são elaboradas para favorecer interesses individuais e não para dar respostas aos problemas, jurídicos, que a sociedade levanta.
Sei que muitos estão desiludidos com os Políticos e com as políticas e acham que não vale a pena votar porque acabam todos por ser iguais. Mas não é verdade. Há também que olhar para o voto como um instrumento poderoso que cada um de nós possui para dizer NÃO ao que não achamos bem e dar oportunidade a quem acreditamos que realmente pode fazer a diferença. Não importa se pertence a um pequeno partido, não importa que seja um partido que julguemos que nunca formará Governo. Nenhum grande partido se tornou PODER sem que todos nele votassem e, pequenos partidos hoje, podem ser grandes partidos amanhã e marcar a diferença se neles conseguirmos vislumbrar pessoas que sabem estar num partido com sentido de Estado, com respeito pelos cidadãos e pelo erário público e que querem verdadeiramente ajudar a construir um país melhor, mais justo onde a distribuição da riqueza seja verdadeiramente equitativa porque só DIVIDINDO É QUE PODEMOS CRESCER….
C.Menezes
Querida Laurinda,
confesso que não vi o programa na totalidade. Acabada de regressar de uma viagem estava ainda a recuperar. Do que pude ver acho que o debate começou bem, mas depois teve momentos comuns a outros debates em que alguns intervenientes se começaram a "atropelar". Gostei de várias intervenções que teve. Da parte do programa que vi penso que foi particularmente feliz quando, a propósito da discussão sobre o aumento ou não dos impostos, chamou a atenção que o que se deveria discutir seria o vosso papel enquanto eurodeputados e também quando falou da política mais próxima dos cidadãos e falou sobre o exemplo do Ribeiro e Castro. Gosto dessa atitude que preza pela diferença, quando na maioria das vezes a oposição (seja ela qual for) só consegue estar contra tudo (seja bom ou mau).
bjinhos
Piquenina
De isabel mota a 12 de Maio de 2009 às 10:42
Querida Laurinda
Também gostei muito das rosas brancas! Infelizmente não houve muito tempo para ouvir as ideias e a antena foi, a meu ver, mal utilizada por muitos... Uma vez mais falaste pouco e fiquei cheia de pena. Eu e os que cá em casa esperavam ouvi-te mais e perceber do que tenha falado acerca do MEP.
Vamos ver o que acontecerá. Tenho esperança. Sou optimista e acima de tudo defendo muito do que também sei que defendes.
Obrigada, por continuares por te manteres imune aos "esquemas" que de que se vestem os políticos!
Um grande beijinho... nem notamos as dores no pé! Estás melhor? Espero que sim. Este caminho ainda não terminou, algures, no dia 7 estaremos juntos no quadradinho, que não deixarei em branco, de um folheto de voto. Isabel
Bom dia Laurinda. Gostei muito de a ouvir ontem. A sua forma de falar sobre politica sem politiquices distinguiu-a (e distingue) dos outros candidatos. Muitos parabéns.
Olá, Laurinda!
Ontem, mal a RTP1, ía dando por terminado o debate a 4 (tquatro malcriadões que são um belissimo exemplo, para a juventude de Portugal desaprender a estar na vida com seriedade!), apesar de lá estarem presentes, bem mais que 4, profissionais da Politica, tentando fazer passar, pelo meio de tanta interrupção, inconveniente e mal educada, as suas Mensagens Inteligentes, deixei, de imediato um comentário no seu Blogue dizendo o seguinte:«Olá, Laurinda! - Os meus sinceros parabéns; destacou-se! - Marcolino»
A Carmelinda Pereira foi de uma falta de bom senso, para consigo, que bradou aos céus! Mas, na devida altura, a Laurinda, com todo o seu charme e educação, puxou-lhe aquelas orelhas de velha nouca! Só assim, é que essa arruaceira, a deixou completar o seu racicionio contendo a sua Mensagem sócio-politica, para todos nós, que estavamos mais interessados e escuta-la do que assistir aquele triste espectáculo entre varinas e fregueses marralhando o custo dos artigos...
Um poliico, além de pedagogo, é um fubcionário de todos nós, que vos pagamos, com os nossos descontos os vossos salários. Queremos Obras e não discuções estéreis!
Se a classe politica vivesse o desemprego politico, tal como a classe operária o tem..., então sim, aí teriamos gente dedicada e honesta a cuidar do Povo, e deste País que, um dia destes terá que pedir ao FMI dinheiro emprestado para pagar os salários dos Governantes, incluindo o do PR!
Depois queixem-se do abstencionismo...! A culpa nunca foi do Povo, mas sim de quem faz a Politica, as Leis, de quem nos Governa e de quem nos Presidencia!
Auto-eduquem-se se querem vencer. Disciplinem-se se querem sair da cauda da europa, em tudo, e passar para os top-ten, ao menos isso!
Mas bem vistas as coisas, no final, todos os intervenientes em pé, com muitos beijinhos e abraços a não faltar, depois de tanta ralgaraviada, o que evidencia um Show-off infantil, à Jardim Escola...
Não é com dialética que não se deixa ir um bote, com a diminsão de Porugal, ir ao fundo, é lutando, é incentivando todo o Povo a participar e não a desmobiliza-lo, com tem sido visto de há uns anos para cá. E para que povo saiba e possa participar, tem que olhar a Classe Politica, de novo, com orgulho, e não com muita tristeza!
Acredito em si, Laurinda!
De Anónimo a 12 de Maio de 2009 às 11:17
ainda sobre a feira do livro...vi-a sentada e rodeada de pessoas amigas, o que me fez sentir um pouco timida porque desta vez eu não levava na mão o seu livro e por isso não sabia o que lhe dizer, por isto não fui dar-lhe um beijinho. O meu namorado bem que me dizia "vai, vai"...mas de longe, mandei-lhe um beijinho. É sempre bom encontrá-la, como agora no silêncio. Magda - amiga do blog e da fnac :)
De Cristina a 14 de Maio de 2009 às 04:41
Magda ?
A Laurinda é um amor, não sejas envergonhada.Vai lá, mostra-te como és, a Laurinda vai-te receber de braços abertos como o fez comigo, decerto.
Eu também era como tu quando tinha 20 e 30 anos, agora as vergonhas foram-se.
Partilhemos as coisas boas da vida!Neste caso se admiras a Laurinda como ela é, pelo que escreve ou faz, penso que deves dizer-lhe, verás que a sua reacção te vai deixar nas nuvens.
Vamos, a nossa Laurinda não é um papão é uma miúda de 40 e tais, um ser humano como nós. A diferença entre nós, que a admiramos e ela é constatar que a Laurinda vai mesmo à luta e quer mexer tudo para melhor e nós estamos a aprender a fazer como ela ou de algum modo, já o fazíamos e ela serve-nos de exemplo e incentivo.
Quando a vires de novo sugiro-te que não passes ao lado, vai falar-lhe!
Bj
Cristina
De Guta Teles a 12 de Maio de 2009 às 11:36
Foi com orgulho que assisti às intervenções da minha candidata às eleições Europeias. No meio de tanta confusão, tanto alarido político-partidário, haver alguém que, com a maior educação e serenidade, chamava a atenção para os temas que interessava realmente discutir, acabou por ser uma
verdadeira "bofetada de luva branca" em todos os participantes, incluindo a própria moderadora.
Obrigada Laurinda por dar dignidade a esta Campanha.
De Maria do Carmo Piçarra a 12 de Maio de 2009 às 11:40
Laurinda, queria deixar-te um enorme elogio pelo modo como participaste no debate de ontem à noite. Gostei muito do modo como integraste a experiência destes cinco meses que já levas de contactos e conhecimento da realidade do país e da realidade do país em relação com as políticas da união. Aprecio a sinceridade que pôes naquilo que fazes e dizes. Um beijo.
De
Ana M. a 12 de Maio de 2009 às 11:43
Parabéns.
Não vi o programa todo, gostei muito da sua primeira intervenção, não podemos estar de braços cruzados à espera que alguém resolva os nossos problemas, falta-nos atitude, aprender a caminhar "sozinhos", desejo-lhe o melhor.
Um beijinho com muito carinho,
Ana M.
De flor a 12 de Maio de 2009 às 12:02
Enganei-me no post , queria comentar este! Vou repetir o comentário :)!
Gostei do debate, embora a tantas vozes tenha sido difícil de acompanhar. Gostei da Laurinda e da forma como "recentrou" alguns dos temas. Notou-se bem a sua experiência jornalistica , pois muitas vezes deu o mote aos outros participantes. Percebeu-se nitidamente como a sua postura não politiqueira vai fazer a difernça no parlamento europeu. Obrigada por ter confirmado a minha convicção. Só tive pena de não ver mais frequentemente o seu sorriso e o seu olhar, pois a câmara não soube captar o ângulo correcto, aliás desde o início não correu muito bem este aspecto do programa!
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