Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Cenas da vida real em tempo quase real

 

 

O tempo melhorou, faz sol, quase não há vento, a ria está um poema,

o mar transparente e os dias luminosos mas nem todos estamos em

grande forma. A Maria torceu um pé e andou ao pé coxinho até ir fazer

uma radiografia ao hospital, de onde saiu com gesso e muletas. Agora

já estamos todos melhores e até já fomos a uma festa de mascarados

muito divertida e de certa forma inédita porque meia hora antes ninguém

sabia o que ia levar vestido e depois houve figuras mesmo muito cómicas.

Eu, que não acho graça nenhuma ao Carnaval, adorei esta festa de amigos. 

publicado por Laurinda Alves às 13:35
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3 comentários:
De Augusto Küttner de Magalhães a 24 de Fevereiro de 2009 às 17:59
Engraçado, não gostando do Carnaval, penso que sem estar preparada a Laurinda viveu "bem" o Carnaval. Talvez seja uma daquelas situações que têm que ser vividas de uma certa forma, porque a data, o calendário a tal "quase " obriga, mas se inesperdamante acontece, até "foi bom".... !
De Maresia a 24 de Fevereiro de 2009 às 20:39
As festas são o que fazemos delas, mas estarmos com os nossos amigos, é à partida um bom ingrediente.
De Marcolino Duarte Osorio a 25 de Fevereiro de 2009 às 00:44
Desta vez passei um Carnaval a divertir-me, e a trocar impressões, com alguns jovens deste meu bairro. São, na sua maioria, filhos de gente muitissimo pobre, Prostitutas, Drogados e Alcoólicos que, como é óbvio, vivem as tormentas diáriamente por serem excluidos pelos do socialmente correcto.

São crianças e jovens de corpo e alma, tal-qualmente todas as crianças, deste mundo de exclusores, o são, também necessitadas de muita condescendencia, de muitos Afectos, além de muito respeito, acima de tudo.

São grandes Almas de corpos franzinos, pela muita fome que passam, tomamdo conta uns dos outros enquanto os peogenitores, alcoolocos e drogados, se deitam ao desaforo destas duas drogas, e algumas das Mães, por acréscimo, se entregam à Prostituição, não pleo simples prazer do sexo, mas sim para ganharem algum pecúlio para comprar géneros alimenticios e algumas roupas, não das de marcas exóticas e carissimas, mas daquelas de tecidos de forte textura que chegam a magoar as peles mais sensiveis.

Falo assim porque a minha experiencia, com estes e outros casos dolorosos, vem do final da minha adolescencia, em que fiz parte da JUC e da JOC, nos anos 60, bem antes de ingressar no exército. Também fiz parte de um dos grupos de Lisboa de assistência diária aos Sem-Abrigo.

Parei, atempadamente, porque a minha saúde fisica a isso me obrigou.

Mas, outros valores, vindos da parte dos nossos descendentes, felizmente, têm tomado as rédeas deste bem-fazer por bem-querer, dantes seguras pelos mais velhotes, nos quais me incluo.

E assim continua o nosso Mundo por mais que se esforcem as forças politicas.

Cumprimentos

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