Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010
As regras da casa

Umas breves linhas para dizer duas coisas sobre as regras da casa, aqui em casa: não aprovo nem aprovarei nunca comentários ofensivos ou a despropósito, nem alimentarei discussões vazias ou sem sentido. Para bom entendedor, estas palavras bastam. De resto e como todos sabem, podemos concordar ou discordar uns dos outros, porque há inteira liberdade para o fazermos e tanto a convergência como a divergência são estimulantes porque nos levam mais longe.

publicado por Laurinda Alves às 10:50
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Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010
Mãe e filha

 

Maria Andresen de Sousa Tavares, professora universitária de Literatura e autora de vários livros de poesia, filha de Sophia de Mello Breyner Andresen e de Francisco Sousa Tavares deu uma bela entrevista ao Expresso. Maria passou os últimos dois anos a organizar o espólio da mãe antes de ser doado pela família à Biblioteca Nacional. Foram anos de muito trabalho e emoção, pois havia nos 87 caixotes que continham o espólio de Sophia muitos escritos, diários, cadernos, fotos e poemas inéditos.

 

 

Na próxima terça-feira é lançada a "Obra Poética" de Sophia, num único volume que reúne toda a sua poesia. Já mostrei aqui o livro no dia em que me cruzei com a Maria (ainda somos cunhadas, pois há laços que nunca se desfazem e este é um deles) num fim te tarde marcado por encontros felizes.

http://laurindaalves.blogs.sapo.pt/405268.html

 

 

Gostei muito da entrevista da Maria e da maneira como ela fala das suas memórias, das recordações de família, dos episódios marcantes, do amor entre o pai e a mãe, enfim de tudo o que conta e da beleza e da verdade que transmite ao longo das páginas. Recomendo a leitura desta entrevista na revista do Expresso e, claro, do livro que vai sair já na próxima semana.

publicado por Laurinda Alves às 18:36
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Parabéns, Duarte!

 

Parabéns por este dia, Duarte! Por seres quem és e por encheres as nossas vidas de histórias, de poemas, de viagens reais e imaginárias, pela abertura aos mestres, pelo olhar cósmico, pela atenção às estrelas e pela decifração dos ângulos dos planetas, pelas gargalhadas pelas noites dentro, pela cumplicidade sempre, pelos discursos de líder de massas (proclamados em francês, de preferência!), pela amizade completa, pela verdade radical, pelo sempiterno Omram, pela certeza de que "há metafísica bastante em não pensar em nada", e por tanta coisa que não cabe dizer aqui. Ainda bem que existes e estás nas nossas vidas!

 

Como és um Pessoano dos sete costados, aqui fica para ti:

...

Eu nunca guardei rebanhos,

Mas é como se os guardasse.

Minha alma é como um pastor,

Conhece o vento e o sol

E anda pela mão das Estações

A seguir e a olhar.

Toda a paz da Natureza sem gente

Vem sentar-se a meu lado.

 

Alberto Caeiro

publicado por Laurinda Alves às 00:04
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Domingo, 5 de Dezembro de 2010
Grande pinta de resposta

 

Vejo o Ídolos todos os domingos pela primeira vez, desde que este programa começou na SIC. Confesso que sigo esta edição por causa da Carolina Deslandes, que é como se fosse minha filha e cresceu muito cá em casa. Ela e o Martim, meu filho, são amigos para a vida e há muitos anos que têm uma relação tão forte que parecem irmãos. Hoje adorei a resposta do Adriano Diouf, que tem sido acusado de falar mal inglês, quando lhe perguntaram se a língua inglesa é o seu maior inimigo. "Não diria que é um inimigo, diria que eu não a tenho tratado como um amigo". Muito bom. Grande pinta de resposta, Adriano! Ainda por cima aplica-se a tanta gente e tanta coisa na vida...

publicado por Laurinda Alves às 23:36
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Quem se sente compreendido, muda!

 

Falei desta fotografia e deste abraço de Helena Almeida há precisamente uma semana, depois de a ter visto na feira Arte Lisboa. Hoje uso-a para ilustrar aquilo que quero dizer e tem a ver com algumas frases que ficaram a fazer eco em mim após a primeira revisão das provas do livro que estou a escrever com Alberto de Brito, jesuíta especialista em Relações Humanas e Comunicação. Em Novembro gravei em Bruxelas uma série de conversas sobre temas ligados às relações inter-pessoais e agora estamos na fase das revisões. Deixo aqui algumas frases-síntese do pensamento de Alberto de Brito sobre o valor da compreensão. E deixo este abraço em tamanho gigante, a ilustrar esta matéria.

 

. Estou convencido de que a capacidade de compreensão das pessoas faz toda a diferença nas relações humanas

 

. As pessoas ouvem pouco e quem não ouve os outros acaba a falar sozinho

 

. Temos que aprender a ouvir a vários níveis: uma coisa é ouvir com curiosidade e outra é ouvir com interesse. A curiosidade diz respeito às histórias (e fofocas); o interesse é a verdadeira atenção ao outro e cria empatia

 

. A compreensão é a única força de mudança. As pessoas quando se sentem compreendidas, mudam!

 

. Compreender alguém é transmitir-lhe: tu podes ser tu diante de mim. Não precisas de ser outra pessoa para te defenderes de mim.

publicado por Laurinda Alves às 21:51
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De Lisboa para a Coreia do Sul, com amor

 

Esta fotografia de 'família' foi tirada depois de uma longa conversa sobre o padre Cruz, que ficou gravada em vídeo para a posteridade. Maria da Madre de Deus, sentada à nossa frente, é sobrinha-neta de um dos portugueses mais amados e venerados de sempre. Todos os devotos do santo padre Cruz sabem que foi um homem extraordinário e uma figura iluminada e iluminante. Maria da Madre de Deus era sua afilhada e, por isso, teve com ele uma relação privilegiada, de grande proximidade familiar. Diz que não se lembra de si mesma sem se lembrar do tio-padre e conta episódios alegres e tristes, divertidos e exóticos, épicos e banais, mas todos eles eloquentes da bondade de um homem que continua a ser uma inspiração e um exemplo para milhares de pessoas que rezam com ele e lhe confiam as suas intenções mais sagradas, pedindo a sua incansável intercessão. Conhecer a sobrinha-neta do padre Cruz e passar com ela uma tarde à conversa no duplo papel de entrevistadora e visita, é um privilégio que agradeço ao Francisco Noronha de Andrade, ao Duarte Miranda Mendes e à Conceição, filha de Maria da Madre de Deus. Um dia conto com mais pormenor porque é que estamos a fazer estas entrevistas gravadas em vídeo. Para já deixo aqui este post com um abraço especial de Lisboa até à Coreia do Sul.

publicado por Laurinda Alves às 00:00
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Sábado, 4 de Dezembro de 2010
Saudades de um café em Berlim

 

O frio condiciona algumas rotinas e só apetece estar em lugares quentes e acolhedores. Hoje lembrei-me deste café em Berlim, na margem do rio, onde há várias lareiras sempre acesas nos meses de Inverno e cobertores disponíveis para quem se atreve a ficar fora, no deck. Nestes dias só me apetece ficar à lareira a ler e conversar. Bom fim-de-semana e cuidado com os resfriados!

publicado por Laurinda Alves às 12:29
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Era uma vez outro piano

publicado por Laurinda Alves às 00:01
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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010
Um cesto de flores e um livro especial

 

Hoje recebi um cesto de flores ainda como presente de anos, e fiquei radiante porque deu para encher várias jarras com fores frescas como eu gosto. A surpresa veio da Teresa e da Carmen, leitoras do blog que conheci pessoalmente na manhã em que fui à Caixa Geral de Depósitos participar num debate sobre a gestão do tempo (fiz um post nesse dia, se bem se lembram).

 

 

Hoje almoçámos as três e a Teresa ofereceu-nos um livro especial, que revela um projecto igualmente especial e transformador. Trata-se de um 'manual' de consulta para quem quer mudar de hábitos e viver uma vida mais saudável e equilibrada. Não é um livro para gordos nem para magros, é para todos os que sentem que precisam de regenerar qualquer coisa em si. Anda só passei os olhos pelas páginas, mas já li algumas dicas óptimas. Deixo aqui o site onde há pequenos vídeos e pistas que também estão incluídas neste livro: www.rituais.net

 

 

Obrigada Teresa e Carmen. Adorei o exagero de receber um cesto cheio de flores e um livro cheio de sugestões para viver melhor. Espero ficar mais convencida a ir ao ginásio e, sobretudo, a gostar mais de ter esse tipo de rotina diária...

 

 

publicado por Laurinda Alves às 16:38
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Máquinas de vender livros

 

Nas minhas andanças de comboio para cima e para baixo reparei nas novas máquinas de vender livros e gostei da ideia. São iguaizinhas às que vendem águas, sumos, bolos, sanduíches e chocolates, mas em vez disso vendem livros de bolso. Ou seja, escolhemos o autor e a obra, pomos as moedas e sai um livro para ler na viagem. Muito bom.

publicado por Laurinda Alves às 01:01
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