Sábado, 18 de Dezembro de 2010
Capa e contra-capa

 

Não resisto a mostrar o detalhe da capa e contra-capa do livro de fotografia de Manuel Correia, porque gosto particularmente desta depuração e deste grafismo . A sobre-capa que se vê nos posts anteriores, mostra uma das fotografias que estão no livro e também é muito bonita, mas a capa dura completamente branca com as letras encarnadas, garrafais, transforma este livro num objecto de design gráfico. Parabéns à Rita Faria, ao Tiago Ribeiro Couto e à Maria Rufino por este livro maravilhoso que podia estar à venda no MoMA de NY ou em qualquer grande museu de arte contemporânea. Pelas fotografias, claro, mas também pelas capas.

publicado por Laurinda Alves às 12:22
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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010
Paisagem dentro e paisagens de fora, com sol de inverno

 

 

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 17:37
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O Porto na minha janela

publicado por Laurinda Alves às 17:22
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Recepção e Expedição de Manuel Correia

 

 

 

 

Sem comentários. As imagens da apresentação do livro de Manuel Correia na 100ª Página, em Braga, falam por si. Foi um momento marcante para todos os presentes e o livro está lindo. Depois mostro o detalhe das duas capas. Muito bom.

publicado por Laurinda Alves às 10:41
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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010
Encontro de amigos

 

A Rua Garrett é uma festa e um ponto de encontro permanente onde nos podemos cruzar inesperadamente com amigos ou com pessoas prováveis e improváveis. Hoje encontrei o Fernando Hipólito, a Ana Carolina e o Rodrigo Leão quando menos esperava. Somos amigos há anos (com o Fernando a minha amizade começou aos 16 anos!) mas todos temos vidas muito preenchidas e podemos passar meses sem nos vermos. Que bom, este encontro hoje. O Fernando Hipólito é um dos meus arquitectos preferidos, ainda por cima! Isto, para não falar da música do Rodrigo Leão e do amor, da alegria e animação que a Ana Carolina, mulher do Rodrigo e uma das donas do Frágil, acrescenta às nossas vidas.

publicado por Laurinda Alves às 14:00
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Hoje volto a Braga, à 100ª Página

 

Vou apanhar o Alfa da tarde para Braga, de forma a chegar a tempo de apresentar o novo livro de fotografias de Manuel Correia. Por enquanto não tenho imagens dele, nem do livro, nem da livraria 100ª Página, que é linda de cinema, e sobre a qual já escrevi algumas vezes. Mas logo que as tenha substituo esta, que serve apenas de ícone enquanto me preparo para o caminho. Adoro este sol de Inverno que, como diz a Concha, não aquece nada mas ilumina tudo. E adoro ir por aí acima de comboio com os meus headphones e a minha música, a ver o filme da paisagem através das janelas. Tudo o que me apetece hoje é rever a Maria Rufino e o Manuel Correia e estar com eles na 100ª Página pelas melhores razões. Mal posso esperar para apresentar o livro dele, porque me fascina o seu olhar e gosto muito das suas fotografias. Quem estiver por Braga às 7 da tarde é muito bem vindo à livraria!

publicado por Laurinda Alves às 12:34
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Que seria de uns sem os outros?

 

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 00:57
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Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010
Lisboa de eléctrico

 

Apanho muitas vezes o 28 nesta paragem e desço de eléctrico da Estrela para o Chiado. Adoro andar de eléctrico pela cidade e se não fosse a ameaça dos pickpockets sempre no ar, era uma alegria. Já assisti a grandes dramas provocados por roubos em eléctricos e já aprendi a proteger as minhas coisas, mas era muito mais simpático não existir esta realidade, claro. Ontem apanhei um eléctrico para subir para a Basílica da Estrela já em cima da hora e quando estava lá dentro percebi que nem tinha o passe nem moedas suficientes para pagar a viagem (tenho a mania de andar sem carteira e se mudo de casaco à pressa, como ontem, posso esquecer-me dos cartões e do dinheiro). Expliquei ao condutor e pedi-lhe para me deixar sair. Ele foi espectacular porque fingiu que não percebeu e subiu toda a Calçada da Estrela, até me deixar na paragem de cima, já depois da subida. Fiquei-lhe eternamente grata por dois motivos: primeiro, porque não queria chegar atrasada a uma missa muito importante para mim e para os meus amigos em sofrimento pela perda dos pais; segundo, porque me soube bem não ter que correr por uma rua íngreme acima, já com o frio gelado da noite. Ainda bem que há pessoas queridas, capazes de gestos generosos e com poder para intuir que há situações em que precisamos mesmo que nos compreendam e ajudem. Se alguém souber quem era o condutor do 28 que estava de serviço ontem pelas 20:10, agradeça-lhe por mim. Obrigada.

publicado por Laurinda Alves às 17:50
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Há anos que não via o fotógrafo Nuno Antunes!

 

Trabalhei com o Nuno quando dirigi a revista Pais & Filhos e depois voltámos a estar juntos na XIS. Os anos da XIS foram gloriosos, sempre vividos com alegria e entusiasmo, num espírito de equipa mais-que-perfeito. Todos nós morremos de saudades desses tempos e agora, que já passaram quase 4 anos sobre o fim da XIS, andamos cada um para seu lado mas sempre com a nostalgia do nosso dream team. Hoje o Nuno apareceu de surpresa por esta porta quando estava a almoçar, distraída com os meus pensamentos e as minhas leituras à mesa. Grande surpresa! Adorei estar com ele, falar sobre a Isabel, ver fotografias do Martim que já vai fazer 10 anos (incrível!) e saber que é o editor de imagem d'A Vida é Bela, entre outras actividades dentro e fora de Portugal. Muito bom.

publicado por Laurinda Alves às 17:01
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A fé não é um território só de paz

 

Deixo aqui umas palavras de Tolentino de Mendonça, num dia de enterro e estranheza, em que tantas perguntas ficam sem resposta e tanta coisa parece sem sentido.

 

A fé não é um território só de paz, um território organizado de um ponto de vista sempre lógico. Também é um território de luta, de luta com Deus, de luta interior.


É um tempo de luta, mas de liberdade também!

 

Ao olhar para a nossa existência sentimos, muitas vezes, que as coisas não são claras, que Deus nos encosta à parede.

publicado por Laurinda Alves às 00:51
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