Neste último mês de contra-relógio para acabar de editar e pós-produzir a série de programas Portugueses Sem Fronteiras, houve um núcleo duro que não parou de trabalhar, fez longos serões e algumas directas. Eis alguns deles: a Patrícia Tavares, a Rita Vieira, o Rodrigo Brazão, o André Cruz e o Tiago Garcia. Sem eles nada disto seria possível. Mas há outros a trabalhar para potenciar a qualidade dos programas, que não aparecem nestas fotos.
Os episódios estão quase todos prontos (são 13) graças ao profissionalismo, empenho e entusiasmo de 3 equipas: a Garage, a Íngreme (pós-produção vídeo) e a Índigo (pós-produção audio). Nestas imagens está apenas parte da equipa da Garage e da Íngreme porque ontem almoçámos juntos na Garage.
A Rita Vieira, a primeira na foto de baixo, concebeu e realizou o genérico dos programas, que está um arraso. O Rodrigo Brazão, da Íngreme, está a finalizar cada um dos programas. A Patrícia Tavares coordena toda esta fase com uma alegria e uma eficácia incríveis. O Tiago Garcia salvou-nos a vida com a sua capacidade invulgar de trabalho e a sua maneira de ser (hiper-responsável, muito focado e sempre apostado na máxima 'first things, first!')
Como digo há muito mais pessoas envolvidas no processo e não posso deixar de referir os profissionais de som da Índigo, que têm resgatado o som de várias entrevistas que por terem sido gravadas em lugares barulhentos (como o Metro de NY ou as ruas de Londres) estavam impossíveis de se ouvir. Eles têm feito milagres sucessivos ao longo da pós-produção audio e é impressionante a qualidade do trabalho da Marta, do Carlos e de todos os profissionais da Índigo.
O Tiago acaba hoje o seu período de trabalho ha Garage e todos vamos sentir muito a sua falta. Foram 3 meses muito intensos, cheios de exigências, que nos marcaram a todos. A boa notícia é que não se trata de um adeus, mas simplesmente de um até já! Esta tarde vamos estar todos juntos na Conferência de Imprensa que a RTP convocou para anunciar a nova grelha e vai ser uma festa.
Eis a última imagem de Natasha Marjanovic em palco, ontem à noite, no fim da sua peça Vento Leste. Tenho pena que seja uma imagem tão estática, depois de uma peça tão vibrante e profunda, mas como todos sabemos não é permitido filmar nem fotografar durante os espectáculos. Fui ver esta peça depois de um ano a tentar vê-la (e a tentar entrevistar a Natasha) e adorei. Natasha escreveu e representa uma peça autobiográfica sobre a sua vida de imigrante em Portugal. "Aprender Portugal" poderia ser outro título desta peça. aliás Natasha abre um livro com esse título a meio da performance. Esta mulher nasceu na antiga Jugoslávia e foi obrigada a emigrar da sua terra por causa da guerra. Chegou a Portugal com as duas filhas gémeas ainda pequenas em 1999, uma altura em que tudo era extraordinariamente difícil (e burocrático) para os imigrantes. Natasha conta toda esta história com um humor e uma graça incríveis, mas ao mesmo tempo com uma intensidade e um dramatismo muito realistas. Ontem esta representação revertia para uma causa (angariação de fundos para a construção do novo edifício do Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos), mas a Natasha faz temporadas com este e outros teatros. Deixo aqui os contactos de uma grande mulher, com talentos admiráveis e múltiplos. Sei que ela tem outros projectos extraordinários de teatro para crianças com dificuldades escolares e também dá cursos de cozinha a adolescentes. Vale a pena conhecer esta grande mulher e, por isso, aqui ficam os contactos: www.palcodechocolate.pt e 964379701.
Estive na marina da Amieira, no Alqueva, este fim-de-semana e fiquei surpreendida com a quantidade de desportos e actividades náuticas que estão disponíveis para todo o tipo de bolsas e pessoas (a ordem dos factores é arbitrária, notem). Desde a canoagem ao ski, há muita coisa. Até pequenos iates que levam entre 2 a 12 pessoas e sobem e descem o rio podendo parar nas margens para pic-nics; para passeios a pé ou para a observação de pássaros e ... estrelas. Em noites de lua nova estes passeios são um arraso. Mais, estes barcos alugam-se por vários dias e dá para dormir nos quartos e passar um fim de semana de sonho. Por mim ia já no próximo fim-de-semana pelo rio acima até Monsaraz. E não só...
Sardinheiras colhidas no campo florido à volta de uma casa com terraço a dar para um horizonte a perder de vista. Eis o que me apetece publicar nesta manhã de segunda-feira de uma semana que já se anuncia complexa e demasiado preenchida. Aproveito as flores para dar os parabéns à Isabel C, minha amiga desde os 10 anos, que faz hoje 50. Está em Paris mas fica a intenção. Boa semana para todos!
Acabou mais ou menos a época de praia e começou o tempo dos passeios pelo campo. Embora precise do mar nos meses de Verão e Inverno, reconheço que a tentação de ir para a praia apanhar sol é cada vez menor. Este fim-de-semana vai ser passado no campo. Levo comigo as provas do novo livro do Salvador Mendes de Almeida para ler e escrever o prefácio. Adorei que ele me tivesse pedido para o escrever, porque adoro que me envolva nas causas que defende e nas questões pelas quais luta. Vai ser um bom fim-de-semana, portanto. Até já.
Deixo aqui uma sucessão de imagens de bastidores das nossas filmagens, a começar pelo André Cruz, o realizador dos programas (a cadeira de baixo aparece por graça, como se fosse a cadeira do realizador), para ilustrar o post em que posso finalmente dizer o nome da série: Portugueses Sem Fronteiras.
O suspense não foi propositado, notem. Decorreu do facto de termos que esperar até ser registado. Agora, que está tudo em ordem, posso dizer que estou radiante porque o espírito da série é justamente revelar portugueses com muitos (e variados) talentos, sem fronteiras geográficas, intelectuais, profissionais e outras. Sem fronteiras para os seus sonhos e para as suas conquistas, quero dizer.
No próximo dia 30 a direcção de programas da RTP dá uma conferência de imprensa para anunciar a nova grelha, onde cabe esta nossa série. Nesse dia saberemos em que dia da semana passam os programas e a partir de que data. O horário já nós sabemos e estamos radiantes com a certeza de ser em prime time. Grande pinta!
O meu objectivo, quando criei o formato destes programas e tive a ideia desta série, era revelar quem são e o que fazem no mundo os portugueses que vivem e trabalham fora de Portugal. Começámos pela Europa e NY, mas no futuro poderemos ir mais além, nunca se sabe. Em todo o caso, os 40 entrevistados que participam nesta primeira série são absolutamente extraordinários e por causa deles esta série de programas ficou espectacular.
Por causa deles e por causa de nós, claro. Digo isto sem falsas modéstias e por ser verdade. Se não fosse a equipa alargada e muito criativa da Garage, mais as equipas fabulosas da Íngreme e da Índigo (pós-produção vídeo e audio), os programas não ficariam como estão a ficar. Em breve estarão no ar e poderão ser avaliados por todos. Para já fica registado o dia em que anuncio o nome de uma série que nos fez viajar, conhecer pessoas e mundos fascinantes, mas também nos faz agora trabalhar mais de 12h por dia para cuidar de mil e um detalhes próprios deste meio televisivo.
Estou outra vez mais ausente do blog estar no contra-relógio final da pós-produção vídeo e audio dos programas. Está quase, quase... Deixo aqui duas fotografias que tirei em Berlim, cidade onde apetece viver.
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