Acabo de saber da morte do pai da Cristina M, que me escreveu para o blog a pedir a referência de um texto do Eclesiastes. Deixo aqui a imagem de um altar improvisado para uma missa campal celebrada ontem pelo Miguel GF, jesuíta e grande amigo, que nos visitou nesta espécie de lugar sagrado. Falo desta falésia, destes montes, deste mar batido e deste círculo alargado de amigos que passam por esta casa durante os meses de férias. Deixo a imagem em memória do seu pai, mais um abraço de todos e cada um de nós aqui presentes. E deixo o texto, que é muito inspirador em qualquer dia das nossas vidas, seja num tempo de chorar ou num tempo de rir.
Tudo tem o seu tempo
Para tudo há um momento e um tempo para cada coisa que se deseja debaixo do céu:
tempo para nascer e tempo para morrer,
tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou,
tempo para matar e tempo para curar,
tempo para destruir e tempo para edificar,
tempo para chorar e tempo para rir,
tempo para se lamentar e tempo para dançar,
tempo para atirar pedras e tempo para as juntar,
tempo para abraçar e tempo para evitar o abraço,
tempo para procurar e tempo para perder,
tempo para guardar e tempo para atirar fora,
tempo para rasgar e tempo para coser,
tempo para calar e tempo para falar,
tempo para amar e tempo para odiar,
tempo para guerra e tempo para paz.
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