Sábado, 31 de Julho de 2010
Bom fim-de-semana para uns e boas férias para outros!

publicado por Laurinda Alves às 00:25
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010
Esta miúda fez-me ir ao teatro a Cascais

 

Esta miúda tem 18 anos e chama-se Sofia. É aluna finalista da Escola Profissional de Teatro de Cascais (EPTC) e pertence ao elenco de A Nossa Cidade, a peça de Thornton Wilder que acompanha a vida quotidiana dos habitantes de Grover's Corners, uma pequena cidade imaginária de New Hampshire, no início do séc. XX. O nascimento, o amor e a morte são os três actos desta peça de Thornton Wilder, dramaturgo que recebeu 3 prémios Pullitzer ao longo da sua carreira. O espectáculo, encenado por Carlos Avilez, foi apresentado ao público no palco do TEC- Teatro Experimental de Cascais, e contou como prova de aptidão profissional do Curso de Interpretação da EPTC. Gostei muito da peça, dos actores e da encenação mas confesso que não consegui tirar os olhos desta miúda, que aos 18 anos interpretou o papel de mãe de dois filhos adolescentes, e tem uma presença em palco muito expressiva e promissora. Todo o elenco era extraordinário, aliás, e dou os meus parabéns a todos e a cada um. Muito bom.

 

publicado por Laurinda Alves às 01:24
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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010
Fotografias que parecem ilustrações

 

O contraste de luz e sombras desta polaroid faz com que a fotografia de uma esquina do Largo do Camões, em Lisboa, pareça uma ilustração. Um desenho que ilustradores como o Jorge Colombo e muitos dos Urban Sketchers fazem com muito mais talento do que alguma vez serei capaz de revelar numa fotografia. Em todo o caso gosto deste plano, dos detalhes do candeeiro e do cruzamento dos fios eléctricos no espaço aéreo do cruzamento do Camões com o Chiado e a Rua do Alecrim.

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publicado por Laurinda Alves às 19:34
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Sombras chinesas

 

Nem tudo o que parece, é. A figura que o sol da tarde desenhou nesta parede não tem nada a ver com a realidade. Senão, reparem: a cara do homem que aparece com contornos razoavelmente bem definidos não é mais do que a projecção da sombra de duas ou três peças de roupa penduradas. É incrível, mas é verdade e pode confirmar-se na segunda fotografia. Achei graça a esta figura inesperada, plasmada na parede.

 

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publicado por Laurinda Alves às 09:00
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Elvis Costello em Cascais

 

Imagem do backstage do concerto de Elvis Costello, esta noite, em Cascais. Gosto muito da voz dele há muitos anos e, por isso, adorei vê-lo e ouvi-lo ao vivo. Foi um concerto muito bom, mas não foi espectacular. No fim aqueceu com os encores e Elvis Costello acabou por dar 'dois' concertos distintos na mesma noite: um mais tranquilo antes do primeiro encore, e outro mais vibrante a partir daí. Na verdade desde que ele saiu do palco pela primeira vez até acabar de cantar a última canção, passaram cerca de 40', o tempo que durou aquilo a que chamo o 'segundo' concerto da noite. Elvis Costello pediu às pessoas que se levantassem das cadeiras e chegassem mais perto do palco, e esse movimento bastou para todos ficarmos mais despertos e envolvidos com a banda. As cadeiras podem ser mais confortáveis para quem ouve, mas para quem canta devem ser muito chatas porque tiram a vibração à plateia. Nada como ouvir um concerto de pé, mesmo perto do palco...

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publicado por Laurinda Alves às 02:00
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
Conversas de café

 

Mesmo quando estamos sobrecarregados de trabalho e acordamos cansados porque ainda não tivemos férias, as manhãs de Verão são muito melhores do que as manhãs de Inverno. Falo por mim, claro. Há mais tempo para conversas porque há a certeza dos dias compridos. Numa destas manhãs a conversa ao pequeno-almoço era sobre as pessoas que vivem demasiado centradas nos seus defeitos físicos e quando se vêm ao espelho ampliam tudo aquilo de que não gostam. É uma pena desperdiçar tempo e pensamentos com realidades que não podemos mudar. Ou podemos, depende... há ginásios e SPAs, há jardins e praias para fazer caminhadas e exercício físico, mas se por acaso o tamanho do nariz, a forma do peito ou o volume da barriga são motivos de complexos, também é sempre possível operar. Ainda que eu não seja adepta das operações plásticas (ou melhor, gostava de atravessar a vida sem fazer nenhuma, mas não tenho nada contra as pessoas que as fazem), há métodos razoavelmente eficazes para fazer algumas correcções. A conversa evoluiu e derivou da questão estética, muito potenciada pela época de praia, claro, para a questão dos handicaps físicos irreversíveis. E foi nesta deriva que quando alguém se queixou que tinha um peito assim e umas pernas assado, houve quem atalhasse logo, pedindo para projectar uma situação de acidente ou doença grave. "Se um médico te dissesse que tinhas um cancro da mama e fosses obrigada a tirar o peito de que te queixas, ou se tivesses um desastre que te deixasse paralizada e sem poderes usar as pernas de que não gostas, passava-te pela cabeça queixares-te de que o teu peito é demasiado pequeno ou as pernas demasiado grossas? Então pensa nisso, descontrai e tira partido do que tens, porque a imperfeição pode ser tão sedutora como a perfeição!". Ficámos em silêncio, porventura a projectar em cada um aquilo que tínhamos acabado de ouvir de forma tão directa e crua. Moral da história? Relativizar, relativizar, relativizar sempre! E nunca esquecer que aceitar a imperfeição é muito mais giro e sedutor do que tentar dissimulá-la. A auto-confiança é muito mais sexy do que se pode imaginar...

publicado por Laurinda Alves às 08:39
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Saudades

 

O meu filho voltou de férias mais cedo porque tem a última audição de piano deste ano lectivo já no próximo domingo, e precisa de estudar. Tal como fez no ano passado, tocou todos os dias num piano alugado à hora numa academia de música na cidade onde passa férias. Hoje jantámos em família alargada e foi uma festa voltarmos a estar juntos. Ontem foi o Dia dos Avós, mas acabámos por celebrar hoje com um jantar mais especial e uma mesa mais comprida onde couberam tios, sobrinhos e amigos. Soube-nos bem a companhia um dos outros. Gosto da alegria das conversas descombinadas na sala de janelas todas abertas sobre a cidade. O meu filho deixou-me no computador 5 pequenos vídeos dele a tocar cinco fragmentos de peças de compositores diferentes. Agora ouço-o enquanto escrevo. Tinha saudades.

publicado por Laurinda Alves às 00:04
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Terça-feira, 27 de Julho de 2010
à sombra

 

Com este calor de doidos só apetece estar à sombra.

publicado por Laurinda Alves às 13:59
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010
A partida dos amigos

 

Uma cadeira vazia entre outras cadeiras que ficaram vazias, num terraço sobre o mar onde os serões e as conversas demoradas ainda fazem eco.

 

 

Na entrada, o último saco que se carrega para um carro ajoujado de malas, carrinhos e camas de bebé já com o motor a trabalhar, a anunciar a partida e uma longa viagem.

 

 

As despedidas são sempre difíceis, sobretudo quando os amigos partem para o outro lado do mundo. Bem sei que no amor e na amizade não existe perto nem longe, mas na realidade a distância impede-nos de estarmos juntos e de partilharmos as pequenas-grandes coisas dos dias.

 

 

O pai já deve ter chegado a casa a esta hora, depois de mais de vinte horas de avião e aeroportos. Os filhos só vão daqui a 15 dias, com a mãe. Melhor para nós, os que ficamos por cá. Este bebé é lindo e está sempre bem disposto, é impressionante.

publicado por Laurinda Alves às 11:43
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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
Sexta-feira 23, vou emigrar!

 

Uma mala pequena, com duas ou três coisas, um casaco para as noites mais frescas e uma toalha para estender na praia, eis o que basta para o fim-de-semana. Vou emigrar para casa dos meus pais e apetece-me imenso este colo e todos os mimos. Levo computador porque preciso de trabalhar bastante mas, mesmo assim, sinto que vou de 'férias'. Se não voltar aqui, bom fim-de-semana para todos!

 

publicado por Laurinda Alves às 09:32
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