Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Dias muito intensos e muito cheios

 

A Maria João Lourenço faz-me lembrar uma actriz de cinema.

Umas vezes é a Meryl Streep, outras é alguém que não sei

definir mas reconheço pelas cores e pelo sorriso luminoso.

Hoje tive mais uma reunião com a Maria João na Oficina do

Livro onde estamos a acabar de rever textos e índices para

o meu novo livro de crónicas que vai sair já no mês de Abril.

 

 

Para quem, como eu, não é escritora mas escreve apenas

crónicas e textos mais ou menos impressionistas, a fase

de decidir quais os textos que permanecem (no sentido em

que são menos efémeros, claro) e quais os que se cortam

é ao mesmo tempo desafiadora e embaraçosa. Se fosse

só por mim e pelos meus critérios, nunca teria publicado

livros de crónicas pois considero a minha escrita muito do

quotidiano e, por isso, muito centrada no aqui e agora. Se

digo isto não é para puxar ao cumprimento e muito menos

ao elogio mas para sublinhar que os critérios dos editores

de livros aparentemente são muito mais fiáveis do que os

meus e, nesta lógica, cabe-me confiar e acreditar mais uma

vez que este livro faz sentido. Aliás aproveito este post sobre

a reunião de hoje para lhes agradecer a persistência e toda

a confiança que revelam na aposta de me publicar sempre!

 

publicado por Laurinda Alves às 21:01
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8 comentários:
De Piquenina a 10 de Fevereiro de 2009 às 21:16
Boooooooooooooaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
De concha a 11 de Fevereiro de 2009 às 09:10
Olá Laurinda!
Como leitora ,acho que faz sentido precisamente porque as pessoas precisam de orientações no seu percurso de vida .Hoje há tanta dispersão , tanta solicitação no dia a dia que facilmente nos distraímos de que o importante é saber viver .As suas crónicas do quotidiano , revelam experiências de vidas vividas contadas com a simplicidade de quem sabe extrair o essencial dessas mesmas experiências .
Um abraço grande
De Marcolino a 11 de Fevereiro de 2009 às 10:14
Olá!

Desculpe-me discordar, em parte, daquilo que escreceu. Ou seja, para mim alguém que sabe descrever as cenas do seu quotidiano, ou as dos outros, sabe escrever, sabe comunicar-se. Poderá não saber escrever de forma erudita, mas quando o faz, de forma simples, dirige-se não só a si, mas a todos à sua volta, sem excepções, com e sem escolaridade!

Lá vai o tempo em que o falar era só para alguns.

Vejamos e escutemos, com muita atenção, não só as dicções, mas também as construções gramaticais que nos são transmitidas, oralmente, por alguns dos veiculos com som e imagem da nossa comunicação social.

Chama-se a isto, a democratização da Comunicação entre todos nós!
De Paula Seixas a 11 de Fevereiro de 2009 às 10:40
Bom Dia Laurinda,

É só para lhe dizer que fico ansiosamente à espera do seu novo livro :-)

De Augusto Küttner de Magalhães a 11 de Fevereiro de 2009 às 12:22
Primeiro as suas Crónicas são muito interessantes, são muito actuais, são sempre actuais e necessárias!!!!!!!!!!! Posto isto, fico antecipadamente satisfeito por estar quase a sair mais u livro com "algumas" dessas crónicas, e acredito que a escolha não seja propriamente facil, mas por certo será mais um bom livro, onde poderemos reler e outros ler, temas que a todos como Pessoas dizem algo!
De Marta Martins a 11 de Fevereiro de 2009 às 22:12
Laurinda:
Os seus livros (que tão amavelmente autografou em Coimbra) não são apenas textos impressionistas sobre o quotidiano, são testemunhos de um olhar fresco, inspirado e detalhista que resgata e expõe de uma forma quase poética aquilo que por vezes até desvalorizamos como a " espuma dos dias"....
Mesmo nos seus textos mais antigos, mesmo que relidos uma e outra vez, encontro sempre frescura. Não sei como consegue estar sempre tão actual. Acho que é porque fala com a voz do coração e isso é...intemporal.
De Clata a 12 de Fevereiro de 2009 às 11:30
não sei muito bem quando comecei a acompanha-la. sei apenas que tenho alguns artigos seus bem guardados e de vez em quando recupero-os para ler.
aquilo que me faz acompanhar o seu trabalho (permita-me confessar-lhe que tenho os livros sublinhados e anotados), é a sua capacidade de nos fazer pensar, de nos ajudar a querer ser melhor, a suavidade e delicadeza com que escreve toca-me sempre.
certamente comprarei e lerei com entusiasmo o seu proximo livro. :)
De Vera Baeta Lima a 12 de Fevereiro de 2009 às 12:20
Laurinda, como eu gostava de ter alguém que me editasse! Não que eu me ache tão boa que deva ser lida, mas porque editar um livro é um sonho que acalento desde o tempo em que conseguia ver os meus textos publicados no DN Jovem! Desde que tenho o blogue, uma parte do sonho vai-se concretizando diariamente. Escrevo e sou lida e isso é bom :)
Os seus textos, as suas crónicas, podem ser do quotidiano, mas sendo do seu, são também do quotidiano de muitos de nós. Que a "conhecem" e a leêm sempre com o mesmo prazer. O prazer de uma escrita fluida e fácil. Compreensível e tão bonita. Guardo muitas XIS, guardo os seus livros, acompanho-a por aqui. Porque me faz sentido o que leio naquilo que escreve. Obrigada por isso :)

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