Boa noite, não consegui deixar de olhar aquelas crianças tão pequenas que, sem saberem, cantam a "Laurinda dos amores". Este blog é, de facto, um local de humor e amor...bj
Pode crer, Sílvia! Só pelo humor é que fui capaz de publicar aqui este post com a canção da Laurinda. Digo isto porque demorei anos e anos (décadas!) a reconciliar-me com o meu nome. Só há pouco tempo é que realmente o aceitei e este post é a prova provada desta minha reconciliação. Há uns tempos atrás seria incapaz de me expor assim e de sublinhar o meu nome desta maneira... :) Cada um com as sua limitações e as suas fraquezas! Abraço.
Gostaria de trocar umas impressões consigo. Tenho dois livros editados, e principalmente sobre o primeiro, que relata uma passagem da minha vida em que enfrentei um tumor maligno, gostaria muito de ter uma opinião sua.
Quer através da página onde escrevo, ou do meu mail, poderei falar-lhe um pouco mais acerca disso.
No entanto, percebo que tenha precisado de um certo tempo para se "reconciliar" com o seu nome, pois não será certamente o mais comum, nem o mais popular entre as crianças e os adolescentes.
A canção é também muito bonita e, pelo que consegui saber, chama-se "Laurinda d´Àirão"... pode ouvi-la quando quiser aqui:
Apesar da minha ausência dos comentários, continuo a seguir o seu blog com enorme atenção. Foram as suas palavras, as suas histórias de vida, os vídeos e as fotografias, que me deram muitas vezes motivos para sorrir ao longo destes últimos meses, meses esses que se revelaram particularmente difíceis.
Aproveito esta oportunidade para a felicitar por esta nova aventura com o MEP e desejar-lhe a maior sorte... estou consigo ;)
De Augusto Küttner de Magalhães a 10 de Fevereiro de 2009 às 14:01
É bom ver gente nova, a não deixar fugir estas tradições, e se temos que viver frenéticamente o Hoje, virados sempre para o Amanhã, também é bom aprender sempre com o que vem de ontem!
Que engraçado e que bonito! Apropriado também! É um grupo simpático que teve uma ideia feliz: cantar-lhe essa canção. É claro que podia não gostar... Ora, mas quem não gostaria?! Ainda bem que apreciou.
Que surpresa encontrá-los aqui! =) conheço muito bem os Cabçudos, amigos de quando estive em Braga, são uma manifestação de alegria. Talvez por partirem da nossa raiz popular, fazem-nos viajar ao tempo dos avós, que é sempre o nosso tempo, vivido hoje, e que é bom reavivá-lo. Obrigado!
Também para mim foi uma surpresa encontrar os CABeçudos por aqui! É engraçado que reconheci imediatamente as pessoas assim que vi a foto em pequenino. Vê-las trouxe-me boas recordações dos tempos por Braga e, em particular, do jorro de alegria natural do Tino, o comandante dessa e doutras tropas!
Laurinda, antes de mais desculpe esta invasão de sj numa só caixa de comentários. Mas, como sabe sj que é sj tem de passar por Braga para estudar filosofia e cantar musicas dos CABçudos. Queria aproveitar para mandar um abraço ao tinho e sus partners que a continuar assim teremos este conjunto musical a lidar a musica portuguesa. Obrigado por este momento de graça :)
Percebo-a bem. E perguntamo-nos sempre: -“ que delírio atacou os meus pais para escolher este nome, justamente este entre tantos?!”;);) Deixe lá, eu também não gostava do meu, e era sempre a única em pautas de liceu e faculdade…Depois, com os anos, “virou” moda;)
Quando chegou a hora de dar nome aos meus 2 filhos, nunca me consegui libertar da consciência de que esse acto é uma espécie de escolha violenta e tirânica, para a vida toda. - Mas que fazer?!
E fique sabendo: - adoro o seu nome! Era o da minha Avó materna, a pessoa mais inteligente e inspiradora que conheci!