
Leituras numa noite de temporal, ao som de Feist e também dos Kings of Convenience (que são uma espécie de Paul Simon & Art Garfunkel, versão anos 2000), em que apetece ficar em casa a ler e a ouvir música. Ao meu lado alguém vê o jogo da Liga Italiana sem som. Está a nevar a sério e a bola desenha sulcos escuros num relvado cada vez mais branco. O campo parece um mapa esquisito e a coisa tem a sua graça. Fiz uma pausa na leitura para deixar aqui um parágrafo de Sementes Mágicas de V.S.Naipaul. Fui ouvi-lo no sábado passado à Gulbenkian e depois apeteceu-me ler este último livro. Ainda vou no princípio mas estou a gostar.
Às vezes, durante uma tempestade, árvores belas e antigas ficam desenraizadas. Não se sabe o que se há-de fazer. O primeiro sentimento é a fúria. Começa-se a procurar um inimigo. E depois com uma enorme rapidez começa-se a compreender que a fúria, por mais reconfortante que seja, é inútil, que não há nada ou ninguém com quem nos possamos enfurecer. Temos que encontrar outra maneira de lidar com a perda.
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