Sábado, 29 de Novembro de 2008
Atravessar o céu e as nuvens

 

Dia de voltar. Adoro o céu e as alturas vistos à distância de

uma janela. O tempo que dura um voo para mim é sempre

um tempo de 'puxar o filme atrás' e reviver o que vivi nessa

viagem. Sejam breves ou longas, todas as viagens ficam

sempre muito marcadas na minha memória. Gosto de ir e

gosto de voltar, gosto dos encontros, dos momentos e das

pessoas que não estava à espera de conhecer e, depois,

passam a pertencer à minha história de vida. É giro isto...

 

publicado por Laurinda Alves às 13:06
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6 comentários:
De Alberto Velez Grilo a 29 de Novembro de 2008 às 13:38
Pelo que vejo a Laurinda gosta de viagens de avião.

Também eu, que viajo com alguma frequência, gosto desses momentos em que se olha o céu através da pequena janela e se pensa na "vida".

Para muita gente as viagens de avião são aborrecidas e uma perda de tempo. Para mim não! Definitivamente não!

Cumprimentos
De Moura Aveirense a 29 de Novembro de 2008 às 18:40
É engraçado que às vezes só mais tarde nos apercebemos de quanto as viagens nos influenciaram... seria outra pessoa, completamente diferente, se não tivesse tido as vivências (boas e más) das viagens. Ainda esta semana pensava na viagem à India, que me marcou profundamente (e positivamente!), e pensava na fragilidade da vida, quando via na TV os atentados em Mumbavi (particularmente no Taj Mahal Hotel, onde estive instalada há cerca de 2 anos)...

Um bom fim de semana, Moura Aveirense
De VIGUILHERME a 29 de Novembro de 2008 às 19:05
Não sei se o texto entrou ......a máquina voltou a fazer birra.....desligou por duas vezes, mas acabei o comentári.o...mas ...quando ia a clicar publicar voltou a ir abaixo e tudo desapareceu e não sei se entrou ........a maquina não gosta dos escritos.....mas vou recomeçar........................

Consigo fiz uma viagem também,pois viajar voar ,deambular é percorrer trilhos /portais ,conhecidos /desconhecidos dentro e fora de nós... é descobrir homens do saco, que transportam mil e uma aventura mágica ,...são verdadeiros andarilhos fugitivos na selva da sobrevivência ....são uma beleza de truques e de fala......mas estes trouxeram-me á memória os homens do saco ,com os quais as empregadas /familiares ameaçavam as crianças traquinas quando faziam diabruras ......esses eram medonhos ,levavam os meninos /meninas para sitios longinquos sem regresso.....mas estes novos fazem sonhar com as ilusões dos novos mercados paralelos e aventuras .... mas serão ???O paradigma vem mudando e o homem do saco também....? Gostei de fazer a viagem á infância e ver como tudo vem se modificando,.... apreciei durante a viagem as janelas cor de rosa e lilás do avião ,pois elas nos transportam para o sonho da viagem e das nuvens como algodão doce a adoçar o olhar para além......
De Romina Barreto a 29 de Novembro de 2008 às 21:33
Sabe Laurinda, também gosto de viajar é viajar de avião para mim e neste caso até para si é sinónimo de vida suspensa e de introspecção. As minhas viagens de avião não são habitualmente muito longas, resume-se basicamente a: Funchal-Lisboa/Lisboa-Funchal. Mas é tempo mais que suficiente para sonhar e pensar muito. E é claro que depois também existem as outras viagens as do Brasil e por aí fora, mas até não gosto nada dessas, são muito longas e causa-me tédio….enfim, coisas da vida.:)

P.S: Um abraço! Bom fim-de-semana neste caso prolongado. Ah e a Laurinda celebra aniversário na segunda! Hihihi:) Não me leve a mal.

Romina Barreto
De Romina Barreto a 29 de Novembro de 2008 às 22:06
Voltei Laurinda! Posso partilhar uma coisa consigo ainda a propósito das viagens?
Aqui vai!

Há cerca de dois anos, exactamente neste mês estava em viagem e a bordo de um avião da TAP tive uma grande surpresa e foi, todavia um dos dias mais felizes da minha vida. Não é que reencontrei um grande amigo que julgava morto, ou melhor ele nunca mais dera notícias e eu ainda criança mentalizei-me na altura que ele tinha ido para o céu. Esse amigo era frequentador da minha casa de família e dos almoços de domingo cá em casa. Por circunstâncias da vida ele mudou de cidade e a partir desse momento rompeu-se uma amizade de mais de duas décadas, falo da amizade dele com o meu pai. Ele desapareceu das nossas vidas. Foi como se tivesse morrido!
E encontrei-o naquele dia no Céu, estava debruçado a ler um livro, não deixa de ser irónico!
Cumprimentamo-nos com um abraço apertado e depois de tantos anos de ausência a primeira coisa que ele disse foi: “Então Ró, que livro estás a ler?”, eu achei piada porque envoltos tantos anos ele não se esqueceu de nada e eu também não.
Depois passámos umas belas horas a rir e também se derramaram algumas lágrimas.
Eu adorei aquele reencontro no Céu, quer dizer, a bordo de um avião! É por este episódio, Laurinda que percebo o que está a dizer com este post… ´

Beijo*



De susana a 3 de Dezembro de 2008 às 01:24
Só não subscrevo o gosto do "céu e das alturas".

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