O mundo é feito de contrastes e se na avenida está o homem
que dorme num banco de pau a fazer de cama, na rua a fazer
de casa, noutra esquina mais adiante um pai leva o seu filho
pela mão e atravessam juntos a rua ao meio-dia sem pressas.
Eu estava dentro do carro e fotografei-os por me chamar a
atenção a tranquilidade dos dois, a uma hora em que todos
andamos numa vertigem, para lá e para cá, sem tempo para
estar com ninguém. Os dois de mãos dadas soou inspirador.
Como não sou um papparazzi e como também não sabia
quem estava a fotografar, parei no outro lado da rua para
pedir autorização para usar as fotos. O pai não é português
e chama-se Andreas Fashing, o filho nasceu cá, é o Aaron.
Há um livro sobre o qual já escrevi várias vezes e que estou
sempre a recomendar aos meus amigos que me pedem
conselhos sobre parenting. How To Father, o livro escrito por
Fitzhugh Dodson, sintetiza de maneira muito simples o mais
importante na relação entre os pais-homens e os seus filhos.
Vale a pena lê-lo e passá-lo a outros porque ainda por cima o
autor divide-o por idades e por etapas de crescimento, coisa
que ajuda enormemente. Em todo o caso, com ou sem livro,
é bom ver pais-homens que sabem de coração a importância
que têm para os seus filhos. Só para terminar, a neurociência
que é uma ciência muito avançada e sofisticada já provou que
os pais-homens que cultivam a proximidade com os seus filhos
potenciam as sinapses cerebrais e o seu desenvolvimento.
Muito gira esta química cerebral do amor entre pais e filhos!
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