Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
A noite cai no retrovisor do meu frigorífico

- Gosto tanto de ti que até passei a gostar de carros brancos, como o teu.
- A sério? Mas o meu carro parece um frigorífico! E está sempre num desalinho...
- Não faz mal. Passei a gostar de Polos brancos com barras em cima, para surfistas.
- A noite cai no retrovisor do meu frigorífico, já viste?
Estou a ver.
De
Reflexos a 29 de Setembro de 2008 às 22:24
Engraçado... eu quando vejo um carro grande Branco ( vulgo banheiras), arca congeladora horizontal!
como sei que a autora deste blog (a minha jornalista preferida) e os seus leitores gostam de pequenos luxos deixo-vos a sugestão:
WeltLiTerAtur - exposição sobre literatura portuguesa na Gulbenkian.
Na quarta-feira 18H00 Auditório 3 uma conferência com António M. Feijó e Manuel Aires Mateus que vão 'traduzir o prazer de quem pensou e executou o desafio desta exposição.
Fernando, que boa ideia para esta 4ª feira. E que bom eu poder ir. Obrigada. Vemo-nos lá? É giro repetir o encontro Startracker mas já sem a surpresa do desconhecido. E é giro encontrar aqui no blog amigos que depois também encontramos nos lugares prováveis e improváveis. Manuel Aires Mateus é sempre uma aposta ganha, certo?! Sorte a dos que têm casas desenhadas por ele...
sim, vai ser um bom fim de tarde. até amanhã!
De bibabalula a 30 de Setembro de 2008 às 00:04
Mas que metafora tão apropriada e ao mesmo tempo tão amorosa pois denota bem quanto gosta da pessoa a quem o carro pertence bem como do facto de o mesmo poder transportar pranchas para surfistas, desporto de que tem dado provas que muito gosta e o qual pratica.
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