Não resisto a voltar ao roubo do meu telemóvel por duas razões: uma, muito importante, para agradecer o apoio imediato de amigos, conhecidos e desconhecidos. Incrível! Muito consoladora esta vaga de solidariedade instantânea. Mais: por mail não param de chegar números e mais números de telemóveis.
Sinto que em dois dias vou conseguir repor grande parte da minha extensa lista de contactos e esta certeza enche-me de tranquilidade. É como se voltasse a ter chão. Isto, note-se, porque o telemóvel é uma ferramenta de trabalho indispensável. Incontornável, mesmo. Tão incontornável e tão indispensável que tenho o mesmo número desde que existem telemóveis...
Já que não faço backups (não fazia, leia-se!), ao menos que possa ser contactada por pessoas de quem é mais difícil recuperar os contactos.
A segunda razão, igualmente importante, é para dizer que acordei com péssimo humor mas a coisa passou rapidamente porque o Miguel AC, meu grande amigo, saiu do escritório para atravessar a rua comigo até à loja TMN mais próxima para me ajudar a escolher um telemóvel mais ajustado às minhas necessidades e, no fim, ofereceu-mo. Lindo! Ainda por cima é um telemóvel espectacular, cheio de devices e potencialidades nunca antes imaginadas.
Quando fui buscar o meu filho ao Liceu à hora do almoço (almoçamos todos os dias em casa e ele deve ser o único finalista do Liceu que não só não se importa que a mãe o vá buscar à porta, como adora estas boleias nos dias em que não leva a mota), ele olhou para o telemóvel novinho em folha e comentou: "Grande sorte! Assim também eu quero ser roubado!"
Nos comentários que escreveram ao meu post há várias histórias eloquentes de boas e más práticas em matéria de roubos, perdidos e achados. Sugiro a leitura de algumas e, de forma particular, a que o João conta sobre o armazém onde se acumulam carteiras, chaves, telemóveis, pentes e dentaduras postiças. Muito bom.
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