
Acabei de ser roubada por um taxista. Não há
direito! Apanhei um táxi da Sé de Lisboa para
o Chiado e, no momento de pagar, pousei o
telemóvel no banco. Começou a chover, atrás
havia carros à espera e, com a pressa de sair
esqueci-me do telemóvel dentro do táxi. Pior,
não pedi factura e por isso não fiquei com o
contacto do taxista. Se ele fosse um homem
correcto e de bem, ou seja se não fosse um
ladrão que aproveita a ocasião, teria atendido
o meu telemóvel e teria voltado à minha rua
para mo devolver. Acontece que não só não
atendeu como se despachou a desligá-lo!
Não há direito, insisto. Custa imenso admitir
que um profissional dos táxis afinal também
é um ladrão profissional. Que asco. Muito mau.
Tudo isto para ir a um concerto de órgão de tubos
com o meu filho, que queria muito ouvir Messiaen.
Custou-me caro o concerto e perdi todos os contactos!
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