Nestes últimos tempos os peixes, as grutas e o mar têm estado muito presentes na minha vida. Por coincidência ou não o meu filho pediu-me ontem para ir com ele ao Oceanário, coisa que ambos adoramos fazer. Lá fomos. O filme de uma tarde na cidade muda radicalmente quando entramos naquele lugar. Os olhos do meu filho também e volta todo o espanto de quando era criança.
Comove-me percorrer aquele labirinto negro e azul com ele, segui-lo, parar quando ele para, continuar por onde ele continua, ouvi-lo recordar a noite em que dormiu no escuro com os tubarões na primeira vez em que isso aconteceu no Oceanário.
E comovem-me sempre os versos e inscrições de Sophia que ali têm um eco maravilhoso que vai ao mais fundo da memória e ficou gravado no coração. No nosso coração.
Mar sonoro
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim
Sophia de Mello Breyner Andresen
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