Ouço a minha amiga Zilda Cardoso explicar-me como é o
peixe azul que dificilmente aparece à superfície da água e
vive escondido nas profundezas do tanque de pedra e dou
comigo a imaginar um predador que emerge do seu sono
para comer os pobres peixes encarnados que nadam em
cardume para se tentarem proteger da ameaça silenciosa.
Depois das explicações, fico a observar o movimento dos peixes
a tentar ver o azul-assassino que só há-de aparecer mais tarde e
apenas uma vez, quando sente que é a sua hora. É curioso ver os
peixes encarnados nadar quase todos dentro do perímetro da sombra
da casa que fica desenhada na água do tanque. Giro este instinto!
A propósito de peixes, ouço agora mesmo no Jornal da Tarde uma
mulher de Avintes dizer que os peixes que apareceram mortos no
Rio Febro, em Gaia, vítimas do acidente com um camião-cisterna
que levava ácido clorídrico, "estão todos de pernas para o ar".
Se não fosse trágica, era muito cómica a ideia dos peixes todos
de pernas para o ar. Poor thing.
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