
Ao adormecer e ao acordar, esteja onde estiver, sejam as horas que forem, aconteça o que acontecer, eu hoje estou assim. A mesma gratidão, a mesma paz, a mesma consciência do mistério e, por isso, a mesma entrega com uma alegria interior que ontem e hoje, aqui e agora, encontram um eco especial na poesia de Sophia.
O sabor do sol e da resina
E uma consciência múltipla e divina
De Anónimo a 30 de Julho de 2008 às 16:27
Veja isto: http://pt.netlog.com/Escritor_jornalista
Ñ necessita publicar esta mensagem, mas há qq coisa que me leva a pensar em usurpação de identidade, que tenho dificuldade em aceitar.
Helena
De Anónimo a 30 de Julho de 2008 às 22:21
Fui ver, tentei perceber ...mas não entendi... Qual é o problema?
De Anónimo a 31 de Julho de 2008 às 16:03
Ñ pretendi incomodar ng e de certa forma a resposta que dá, diluí minha questão.
E tb concluí que ñ tinha nada com isso, de facto ñ.
Foi um repentismo meu...
Venho aqui ao seu blog quase diáriamente pk gosto de a ler, gosto da variedade dos temas abordados e a forma como os relata ou comenta.
Grata por estar desse lado.
Helena
De
marta a 31 de Julho de 2008 às 11:36
A Laurinda "plana" por cima deste tipo de, digamos, mesquinharia. O que tenta insinuar não existe na dimensão que Laurinda, muito bem, não aceita abandonar. Veja o que existe e não invente casos.Muito menos por aqui.
Pense nisso.
De Augusto Küttner de Magalhães a 31 de Julho de 2008 às 14:45
Não entendo onde quer chegar!!!!!! e com anonimato tudo se pode dizer!!!!!
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