
Marguerite Duras é uma fonte de inspiração e uma mulher
que admiro muito, por muitas razões. Gosto da sua escrita,
fascina-me o seu mundo interior e a sua vida vivida, leio em
cada um dos seus livros (e li todos) uma arquitectura única,
um feitio e um tamanho desmedidos, uma profundidade que
me leva muito fundo. Olho para as rugas de expressão desta
mulher, para cada vinco que foi ficando desenhado na sua cara
e admiro-a ainda mais. Nunca teve a tentação de esticar a pele,
de apagar os vestígios do tempo, de fingir que não tinha a idade
que tinha. As primeiras linhas de O Amante definem muito bem
esta sua atitude. Há mulheres e homens que se tornam mais
belos com os anos. Marguerite Duras foi uma destas mulheres.
Ne pleurer jamais c'est ne pas vivre.
Je n'ai jamais menti dans un livre. Ni même dans ma vie.
Sauf aux hommes.
C'est dans une maison qu'on est seul.
Les grandes lectures de ma vie, celles de moi seule, c'est celles
écrites par des hommes. Le Texte des textes, c'est l'Ancien Testament.
L'écriture c'est l'inconnu. Avant d'écrire on ne sait rien de ce qu'on va écrire.
Si on savait quelque chose de ce qu'on va écrire, avant de le faire, avant d'écrire, on n'écrirait jamais.
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