Sábado, 17 de Março de 2012
Uma entrevista sem perguntas invasivas ou de devassa

 

Não posso deixar de sublinhar o registo e a atitude da Adelaide de Sousa, entrevistadora e apresentadora do programa Ente-Nós, na SIC Mulher, por ser capaz de conduzir longas conversas biográficas sem a menor tentação de devassar as zonas de intimidade da vida privada dos seus entrevistados,nem fazer perguntas invasivas. Agradeço esta elegância e inteligência, mas também registo a alegria e a maneira como a Adelaide é sensível à sensibilidade dos outros. Aqui fica o link para a entrevista e os horários diurnos de 5 das 9 repetições ao longo da próxima semana: terça 07:00 e 11:00; sexta 17:30, sábado 17:45, domingo 20:00. Hoje é o dia D, da estreia de FEITOS EM PORTUGAL, e felizmente tenho um almoço com a família alargada, com tios e primos do lado do meu pai. É bom pela alegria de estarmos juntos mas também ... para me distrair e não ter muitos nervos pela expectativa. Quem, como eu, faz um trabalho mais exposto, atravessa períodos de visibilidade e invisibilidade, por assim dizer. Neste momento estou numa fase de grande visibilidade e exposição, e embora seja uma fase particularmente feliz e construtiva, confesso que não é desprovida de nervos. Como nas horas antes das provas orais que são feitas com assistência, estão a ver?! É mais ou menos isso. Bom sábado e amanhã falamos sobre o feedback da estreia. Obrigada por estarem aí!

publicado por Laurinda Alves às 11:43
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Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Amanhã no Sociedade Civil e na sexta na SIC Mulher

Amanhã, quinta-feira, vou ao programa Sociedade Civil da RTP 2, por volta das 14h, falar do recém-lançado livro Entre Gerações, que fiz com a fotógrafa Isabel Pinto para a Fundação Gulbenkian, mas também sobre causas e notícias positivas. É um privilégio e uma grande responsabilidade ter uma voz activa e poder amplificar outras vozes, ou dar voz a quem a não tem. A Fernanda de Freitas tem feito um trabalho admirável em matéria de causas, voluntariado e notícias construtivas, contribuindo assim para calibrar a realidade reportada pelos Media. No programa Sociedade Civil há debates, discussões, convergências e divergências, mas há acima de tudo uma valorização constutiva da actualidade. ainda bem que ela e outros como ela contrariam a lógica perversa em vigor na esmagadora maioria dos Media. Falo da lógica do 'quanto pior, melhor' e daquela espécie de lei perversa que dita que 'as boas notícias não são notícia'. É claro que são notícia e importam tanto como as más notícias, que infelizmente são também uma realidade incontornável. Ontem à noite gravei na SIC Mulher uma entrevista biográfica de 50', para o programa Entre Nós, da Adelaide de Sousa. Também ela aposta na realidade construtiva e também ela se interessa por tudo menos pela devassa da intimidade dos seus entrevistados. Não me fez uma única pergunta que me incomodasse ou à qual eu preferisse não responder. Muito pelo contrário, deu-me tempo e espaço para falar, tocou em assuntos relevantes e teve a inteligência de não atropelar raciocínios para fazer mais esta ou aquela pergunta que tinha pensado fazer. Durante o programa houve três surpresas que me comoveram, mas não as vou revelar. Ficam para sexta feira, à meia-noite e meia, o dia em que o programa vai para o ar pela primeira vez, pois a seguir repete mais 10 vezes ao longo da semana, em horários diurnos e nocturnos. Aqui ficam as imagens da entrevista conduzida pela Adelaide de Sousa nos estúdios da SIC Mulher. Tudo isto na semana e nas vésperas da estreia da série Feitos em Portugal, neste sábado, às 19:30 na RTP 2. 

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 00:24
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