Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010
Exposição de desenhos de Ângela Dias e Diogo Guerra Pinto

 

Diogo Guerra Pinto (na foto à esquerda) e Ângela Dias inauguraram ontem uma exposição de desenhos na Galeria João Esteves de Oliveira, no Chiado, mesmo em frente ao Grémio Literário. Gosto muito dos desenhos a carvão do Diogo Guerra Pinto, mas não conhecia a obra de Ângela Dias e gostei muito do que vi.

 

 

Esta galeria tem entre outras particularidades o facto de só expor desenhos e de os distribuir por vários espaços muito criativos e 'muito à frente'.

 

De todos os desenhos a carvão que o Diogo Guerra Pinto expôs, gostei especialmente de um em tamanho gigante que se vê na foto de baixo. Tenho pena de não ser grande fotógrafa nem ter uma boa máquina para reproduzir de forma mais luminosa e precisa o quadro em questão. Aqui fica uma 'impressão' vaga e distante do que ele é na realidade. Foi um dos quadros que se venderam logo na inauguração. Vale a pena ir à galeria ver esta exposição.

 

publicado por Laurinda Alves às 14:17
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Sábado, 27 de Junho de 2009
Miguel Branco, último dia da exposição

 

Gosto muito da pintura do Miguel Branco e disse-o aqui, faz hoje precisamente uma semana, depois de ter ido à Livraria Assírio & Alvim, onde estão expostos alguns dos seus pequenos-grandes quadros. Esta exposição termina hoje e o próprio Miguel Branco vai estar presente no espaço de exposições da Assírio, entre as 15h e as 18h. Vou fazer tudo para lá passar e dar um abraço ao Miguel, que não vejo há um par de anos e de quem tenho saudades. Parabéns pela exposição!

publicado por Laurinda Alves às 12:48
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
A pintura de Diogo Guerra Pinto

 

Inaugurou ontem ao fim do dia uma exposição de pintura no

Chiado. Os quadros de Diogo Guerra Pinto vão estar até Maio

na Galeria Alecrim 50. Gosto particularmente da pintura dele

e, por isso, não sou nada imparcial na minha avaliação. Tenho

quadros e aguarelas deste pintor em minha casa e isso revela

a extensão da minha admiração pela sua obra. Aqui ficam uns

quadros e o próprio artista num fim da tarde já sem luz para fotos..  

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 08:43
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
Aulas de pintura para gente como nós

 

Adoro quadros grandes e gosto muito deste em particular.

É de Diogo Guerra Pinto e comprei-lho há uns anos numa

exposição em Lisboa. Embora esteja mal fotografado, sem

luz adequada, percebe-se o poder e o impacto da pintura de

Diogo. Vivo com esta luz e esta cor em casa e sei o efeito de

um bom quadro, no sentido da maneira como influencia até

o nosso humor ao acordar. Falo por mim, claro, que adoro

pintura e percebo os que roubam quadros só por puro prazer.

 

 

Diogo Guerra Pinto pintou o seu primeiro quadro no atelier

de Luís Pinto Coelho, seu tio, mas depois seguiu um rumo

radicalmente distinto do célebre pintor e retratista português.

Hoje fui ao atelier do Diogo porque ele está em vésperas de

começar cursos de pintura para gente como nós, sem grande

talento nem vocação. Gente que gosta de exprimir o que lhe

vai na alma e o que anda na sua cabeça nesta vertigem diária.

 

 

Os cursos de pintura do Diogo Guerra Pinto começam já este

sábado de manhã, entre as 10h e as 13h, numa sala contígua

à Igreja de Santa Isabel, em Lisboa, nas traseiras do Liceu de

Pedro Nunes. Os cursos são abertos a todos e apetece muito

explorar esta veia criativa com um pintor como o Diogo Guerra

Pinto. Deixo aqui uma breve entrevista que lhe fiz há bocado no

atelier enquanto ele passava a base numa tela. O contacto dele

é o 919113299. Gosto da verdade dele sobre a ideia dos cursos.

 

 

publicado por Laurinda Alves às 12:56
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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007
A luz e as sombras de Columbano
 
 
Podemos começar ou acabar de frente para a Camponesa de Fontainebleau, figura luminosa e delicada que Columbano pintou quando viveu em Paris. O quadro, belo e poético, revela a transformação na arte do pintor. Gosto particularmente deste quadro, que apetece contemplar demoradamente até que o silêncio da figura se transforme numa conversa de adivinhação muda sobre as derivas artísticas de Columbano. Errante e descontente numa cidade que ele dizia que “cheirava a pó de arroz e a óleo”, o pintor passou dias a fio no Museu do Louvre onde se inspirou e mudou definitivamente de paleta. Os especialistas dizem que passou a pintar fundos mais escuros e que as suas variações cromáticas passaram a uma gama mais contida de ocres distribuídos com maior fluidez da tinta. Acredito. Não sou especialista mas gosto do claro-escuro de Columbano, da obscuridade e da intimidade da sua penumbra mas, também, da sua claridade. Gosto dos contrastes e da familiaridade de algumas cenas e retratos. Nos quadros de Columbano Bordalo Pinheiro expostos no Museu do Chiado há silêncio e há pose mas também há naturalidade e cumplicidade. Vale a pena ir ver a maravilha com que este pintor se entregou à modernidade.   
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publicado por Laurinda Alves às 21:00
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