Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
Tasse bem...

O Braima, a Jessica e a outra Jessica, a Rita, o Daniel e a Daniela, estavam todos no Tasse à hora em que fui visitar este e outros projectos criados pelas Irmãs Escravas no Bairro da Fonte da Prata, na margem sul, ali para os lados de Alhos Vedros. Pedi ao grupo que estava entretido com os computadores se podia tirar uma fotografia e eles largaram imediatamente tudo o que estavam a fazer com estes sorrisos. Muito queridos. 

 

O Tasse é uma iniciativa prodigiosa que contribui para o desenvolvimento escolar, humano e cívico de crianças e adolescentes de várias idades. A pedagogia usada neste centro também aposta em jogos, desafios e dilemas que ensinam a pensar, treinam o raciocínio e a memória, e levantam as grandes questões filosófico-existenciais que abrem novas perspectivas e fazem estes jovens ficar mais conscientes. Frequentar o Tasse ajuda a aprender matérias, mas também a cultivar novas atitudes, mais construtivas.

A Daniela quis saber de que tratava o meu blog e como deu com o filme e a história do Nick Vujicic, ficou presa ao testemunho dele, à sua alegria e energia. Aqui e ali dava gargalhadas ou fazia exclamações eloquentes do seu fascínio imediato por alguém capaz de fazer tudo, sem desistir de nada. Ainda bem que era esse o post anterior, pois eles ficaram todos interessados na vida do Nick e os monitores do Tasse combinaram debater com eles algumas questões.

 

Nesta imagem o Paulinho e a Irmã Rita Cortês arrumam o jogo do Tasse, depois de me explicarem as regras e mostrarem as cartas que cada um recebe e às quais tem que dar respostas, em função de pontuações e evoluções. Muito bom. Este jogo já é usado em várias escolas e tanto quanto percebi, devia ser registado e comercializado para todas as escolas do país, pois é um motor transformador em muitos sentidos. 

O Paulinho é uma presença diária no Tasse, sempre muito querido e disponível para ajudar. Quando era mais novo esteve em coma durante algum tempo, mas ao contrário do que se esperava recuperou tudo menos a fala e hoje em dia vive uma vida muito cheia e sempre ao serviço dos outros. O facto de não falar não atrapalha nada o Paulo, pois ele tecla à velocidade da luz e conversa connosco através do ecran do telemóvel. Nunca tinha visto ninguém escrever tão rápido e sem olhar para as teclas. Espectacular! Na segunda-feira volto ao Tasse e ao Bairro da Fonte da Prata, mas depois explico porquê.

 

publicado por Laurinda Alves às 12:35
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