Quarta-feira, 23 de Junho de 2010
Fim de tarde com a Mafalda Pinto Leite

 

Aqui fica o 'filme' da apresentação do novo livro de Mafalda Pinto Leite. Primeiro nós próprias, que o apresentámos mais a editora, depois as pessoas que se dividiram entre o prazer de ouvir a Mafalda, de ler o que ela acaba de publicar e de provar o que se lembrou de cozinhar, e finalmente o momento em que os filhos da Mafalda chegaram. Grande fim de tarde.

 

 

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 20:16
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Hoje vou apresentar um livro muito bonito e muito sugestivo

 

A Mafalda Pinto Leite, chef de cozinha, apresentadora de um novo programa de televisão sobre culinária e gastronomia e autora do livro "Dias com Mafalda" convidou-me para apresentar o seu livro de receitas fabulosas, esta tarde no Chiado. Vai ser por volta das 18h nos jardins do palacete que foi durante anos a sede da Mundial Confiança (mesmo em frente à Brasileira). Apetece-me imenso rever a Mafalda, que conheci quando era criança e adolescente, e apresentar um livro lindo muito bem produzido pela Ana Trancoso e muito bem fotografado pelo Nuno Correia.

 

publicado por Laurinda Alves às 14:16
link do post | comentar | favorito
Domingo, 3 de Maio de 2009
Um laboratório na Feira da Soalheira

 

Os sabores da Serra da Gardunha são muitos e muito variados.

Queijos curados e por curar, mais ou menos amanteigados, as

melhores cerejas do país, enchidos e fumados feitos à maneira

antiga, como no tempo dos nossos avós, e doces caseiros com

e sem frutos secos para misturar com requeijão muito fresco ou

comer com pão cozido em forno de lenha. Tudo isto e muito mais

na Feira do Queijo da Soalheira que hoje termina e é uma mostra

completa e muito tentadora de tudo o que há de melhor por ali ...

 

 

 

Estive em Portalegre e Castelo Branco, dois distritos que fiquei

a conhecer melhor, embora a minha vida esteja muito marcada

por Castelo Branco, onde tive família até há poucos anos e onde

passei tempos inesquecíveis. Na Feira do Queijo da Soalheira

estive com agricultores e ouvi os representantes associativos

enunciar os desfasamentos da PAC, a Política Agrícola Comum.

 

  

 

Maria Palmira Gonçalves, presidente da Associação Regional

de Agricultores Biológicos da Beira Interior, a célebre ARABBI

que vive exclusivamente da quotização dos seus associados

e, por não ter qualquer apoio estatal, tem ainda mais liberdade

para falar das dores dos nossos agricultores, conta-me como

é difícil sobreviver num país onde as ajudas europeias chegam

desfasadas ou são escassas e mal comunicadas. A ARABBI

está particularmente vocacionada para o apoio legal e técnico

aos agricultores e, por isso, Maria Palmira sabe do que fala. A

burocracia legislativa é quase intransponível e ao contrário do

que acontece em Espanha, França, Itália e outros países da UE,

em Portugal as instituições só complicam o acesso aos Fundos 

Estruturais. Ou seja, o Estado e o governo português são dois

complicómetros a funcionar e a potenciar mil e uma dificuldades.

 

 

A segunda edição da Feira do Queijo da Soalheira termina

hoje ao fim do dia e vale a pena percorrer as barraquinhas

de queijos, enchidos, frutas e doces que só apresentam

produtos de alta qualidade e merecem todos os certificados.

Voltando ao início deste post, retomo a ideia de um laboratório 

de sabores que parece ter sido montado nesta feira e revela

tradições seculares dos queijeiros mas também dos doceiros.

 

   

 

Bruno Martins, que faz hoje 25 anos, trabalha com os pais na

pequena empresa de fabrico de compotas artesanais que os

dois criaram, beneficiando de uma legislação europeia muito

específica que foi transposta em 99 e permite a venda directa

dos produtores aos consumidores e é favorável à criação de

micro, pequenas e médias empresas que fabricam produtos

regionais mantendo as tradições e conhecimentos seculares.

Graças a directivas comunitárias com esta vocação é possível

perpetuar os sabores antigos e comercializar os enchidos da

avó ou as compotas e doces feitos segundo as receitas da família...

 

 

Muitos parabéns por este dia, Bruno! E pelos doces da família também. 

O meu presente de anos, por assim dizer, é sublinhar aqui a qualidade

dos vossos/nossos produtos num tempo em que vale a pena apostar

nos talentos, apurar e multiplicar as técnicas que mantêm as tradições.

Nesta lógica e com este sentido, deixo aqui o link dos saboresdagardunha.   

 

publicado por Laurinda Alves às 12:09
link do post | comentar | ver comentários (15) | favorito
Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Pessoas cheias de talentos doces

 

 

Só por publicar aqui estas imagens fiquei com água na boca.

Comi na pastelaria Costa, em Leiria, os melhores croissants

da minha vida. Fui lá com amigos que conhecem a qualidade

dos bolos feitos pelo Sr.Costa e percebi porque é que aquela

pastelaria é tão famosa. Tudo o que vemos nas montras vem

das mãos do Sr.Costa e dos seus dois ajudantes de cozinha.

 

 

Não imagino o que seja fabricar todos estes bolos todos os

dias mas garanto que mais do que a quantidade, impressiona

a qualidade de tudo o que é 'fabrico diário' na pastelaria Costa.

Perguntei se podia ir à cozinha conhecer os pasteleiros. Foi um

prazer entrar por ali e sentir aquele cheiro doce-quente de forno.

 

 

 

Joaquim Costa aprendeu a arte de fazer bolos em França,

quando viveu em Estrasburgo. É desta cozinha, das suas

mãos e das mãos dos 2 pasteleiros que o acompanham

que saem todos os dias todos os bolos acima expostos...

 

 

Carlos Pires e Margarida Santos fazem centenas de bolos

óptimos. Apetece prová-los todos mas confesso que comi

apenas os croissants de amêndoa por serem bons demais.

Claro que não resisti a entrevistar o Sr.Costa. Aqui fica uma

versão que termina de forma abrupa. Estava a ouvir barulhos

e achei que a gravação ia ficar mal. Repetimos a entrevista

mas a segunda versão não ficou tão natural nem tão boa e,

por isso, publico esta primeira. Nada como sermos espontâneos!

 

 

publicado por Laurinda Alves às 13:17
link do post | comentar | ver comentários (10) | favorito
Sábado, 21 de Junho de 2008
As cerejas, as cores e as palavras

 

As cerejas são como as palavras? Gosto de pensar que sim.

Adoro cerejas. Quase tanto como as palavras ditas e escritas.

Nem todas. Só as melhores, as escolhidas com critério,

as que revelam as cores, os sabores e a substância da vida.

Hoje sei que há cerejas grandes no bar da praia, que maravilha! 

 

publicado por Laurinda Alves às 15:03
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
.pesquisar
 
.Feitos em Portugal

Feitos em Portugal

.tags

. todas as tags

.portugueses sem fronteiras
.posts recentes

. Fim de tarde com a Mafald...

. Hoje vou apresentar um li...

. Um laboratório na Feira d...

. Pessoas cheias de talento...

. As cerejas, as cores e as...

.arquivos
.mais sobre mim
.subscrever feeds