É impossível não ficar com recordações desta casa pela vida fora. Primeiro pela hospitalidade da Luz, a senhora que nos acolheu como se fôssemos da família; depois pela beleza, cores e enquadramento; finalmente porque é isto que deve ser o espírito do Turismo de Habitação. Fazer os hóspedes sentirem-se em casa, quero dizer. Trabalhámos longas horas pela noite dentro no computador a Isabel a descarregar e tratar milhares de fotografias, a Susana a orientar os projectos e eu a dar forma às entrevistas e informação, e tivemos sempre a sensação de que a casa também era um bocadinho nossa, pois a cozinha e as salas estiveram sempre abertas às nossas necessidades, horas e desoras. Quando voltar a Foz Côa volto para a Casa Vermelha.

. Recordações da Casa Verme...