Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
Clique aqui: http://www.thebreastcancersite.com

Entre as dezenas de mails que recebi neste fim-de semana havia um mais urgente que os outros. Em poucas linhas dizia como podemos ajudar a salvar vidas sem custos, sem sair de casa e até mesmo sem termos que nos levantar da cadeira. Deixo aqui as breves linhas que resumem o essencial:

 

Digam a 10 amigos para dizerem a 10 amigos!

O Site do cancro da mama está com problemas pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a quota que lhes permite oferecer 1 mamografia gratuita diariamente a mulheres carenciadas.
Demora menos de um segundo ir ao site e clicar na  tecla cor de rosa que diz:
Free Fund Mammograms

Não custa nada e pelo número diário de pessoas que clicam, os patrocinadores oferecem a mamografias gratuitas.

Aqui fica o Website
http://www.thebreastcancersite.com

 

 

publicado por Laurinda Alves às 00:05
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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007
Uma em cada oito mulheres
 
De acordo com as estatísticas, uma em cada oito mulheres vão ter cancro de mama. Más notícias, portanto. Uma em cada oito é uma percentagem aterradora para quem, como nós, teme um diagnóstico que levanta possibilidades como a amputação de uma parte do corpo que representa a nossa feminilidade, bem como as dores físicas e emocionais que ela acarreta. Nas mulheres, o cancro da mama convoca terríveis fantasmas ligados à auto-imagem, à sexualidade e à maneira como ela passa a ser vivida durante e depois dos tratamentos e eventuais operações.
Estes fantasmas omnipresentes levam-nos, muitas vezes, a ignorar uma realidade que tem que ser olhada de frente e, tanto quanto possível, minimizada.
Algumas ainda preferem a fuga em frente e não fazem exames regulares mas há cada vez mais mulheres com consciência da importância vital de uma detecção precoce.
As boas notícias em matéria de cancro da mama prendem-se justamente com a possibilidade de cura em muitos casos diagnosticados a tempo e, como diz o especialista Joaquim Abreu de Sousa, médico coordenador da nova Clínica da Mama do Instituto Português de Oncologia do Porto, as estatísticas também podem ser usadas a nosso favor. Ou seja, em vez de enfatizarmos que uma em cada oito mulheres vão ter cancro, podemos sublinhar que 75 em cada 100 vão ficar curadas. Parece-me uma boa estratégia.
Estive na inauguração desta novíssima Clínica da Mama do IPO e impressionaram-me as instalações mas, acima de tudo, a quantidade e a qualidade dos serviços que ali vão ser prestados. As mulheres com diagnóstico de cancro de mama precisam de tratamentos adequados ao seu caso e merecem um acompanhamento à medida das suas circunstâncias. Nesta lógica, o propósito da Clínica da Mama é prestar um serviço de excelência aos doentes (1% serão homens!) que passam a ter ali a sua consulta de referência e uma infinidade de serviços associados que vão de uma boa comunicação da doença (para atenuar o drama do impacto inicial) aos tratamentos, passando pela actualização das novas abordagens terapêuticas e pela melhoria substantiva da qualidade de vida, nomeadamente nas questões mais sensíveis que se prendem com a dor física mas também com os efeitos psicológicos e emocionais provocados pela própria doença ou pelo trauma da amputação quando ela é inevitável.
Por tudo isto e pelo que me foi dado ver e ouvir nas novas instalações desta clínica do IPO do Porto, nem tudo são más notícias para as mulheres quando falamos em cancro da mama. Que alívio.
 
Mantenha-se bonita!
 
Como está provado que apenas 1% dos doentes com cancro de mama são homens, quase toda a comunicação sobre a doença é feita no feminino. Falo de livros, manuais e folhetos que existem e não só explicam os passos a dar como desmistificam alguns dos piores medos.
Na nova Clínica da Mama do IPO do Porto há um pequeno livrinho cor-de-rosa que chama a atenção pelo título: “Mantenha-se Bonita! Conselhos Práticos”.
Trata-se de uma publicação simples que aborda de forma directa e construtiva as questões estéticas e as reacções às alterações físicas provocadas pelo cancro da mama. Assume, à partida, que a doença e os tratamentos alteram quase sempre a imagem corporal que cada pessoa tem de si, fala das mudanças após as cirurgias, não evita o tema ‘queda do cabelo’ e fala das consequências muitas vezes penosas das sessões de quimioterapia.
De uma forma positiva e sem rodeios ajuda a perceber quais as melhores escolhas a fazer, que maquilhagem usar, que cuidados a ter com a pele, o corpo, os olhos e os dentes, que opções tomar quanto à queda do cabelo e, ainda, qual a roupa que permite ter melhor aparência nos casos em que as mulheres foram mastectomizadas. Em resumo, é um livrinho que não tem nada a ver com o tratamento médico da doença mas ajuda as pessoas a sentirem-se menos doentes e menos tristes.
 
 
publicado por Laurinda Alves às 18:31
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